Trump se encontra com Netanyahu em meio à pressão por cessar-fogo em Gaza
Líderes se reunião nesta segunda-feira (29), no Salão Oval da Casa Branca
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Camila Stucaluc
29/09/2025, 06:47 • Atualizado em 29/09/2025, 06:47
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Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e líder israelense, Benjamin Netanyahu | White House
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reúne nesta segunda-feira (29) com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. O encontro irá acontecer no Salão Oval da Casa Branca, onde os líderes discutirão os termos para um acordo de cessar-fogo com o Hamas, na Faixa de Gaza.
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As negociações entre as partes estão congeladas desde o início de setembro, quando Israel lançou um ataque aéreo contra integrantes do Hamas que estava em Doha, no Catar. Ao todo, cinco integrantes do grupo extremista morreram, entre eles o filho do líder exilado Khalil Al-Hayya, principal negociador das conversas de paz.
Na última semana, Trump disse estar próximo de um acordo para acabar com o conflito em Gaza e resgatar os reféns israelenses ainda mantidos pelo Hamas. O mesmo foi dito por Netanyahu, que compartilhou à Fox News Sunday que está trabalhando em novos termos para o acordo de cessar-fogo. "Ainda não foi finalizado, mas estamos trabalhando nisso”, disse.
O encontro entre Trump e Netanyahu acontece em meio ao aumento da pressão por um cessar-fogo em Gaza. O impasse nas negociações, paralelamente com o avanço da ofensiva no enclave palestino, está fazendo Israel perder o apoio de países antes aliados, provocando um isolamento internacional de Tel Aviv.
A falta de suporte foi vista na última sexta-feira (26), quando Netanyahu discursou na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. Ao entrar no plenário, o premiê foi alvo de vaias, como gesto de repúdio. Muitas delegações também deixaram o local antes do líder iniciar o discurso, incluindo a do Brasil.
Ao justificarem a ação, os países afirmam que Israel tem direito de se defender do Hamas devido ao ataque de 7 de outubro de 2023, mas que a resposta da ofensiva militar em Gaza é desproporcional. Isso porque o conflito já deixou mais de 66 mil palestinos mortos, segundos dados do Ministério da Saúde local, o que foi visto pela Comissão Independente da ONU como ato de genocídio.
Trump se encontra com Netanyahu em meio à pressão por cessar-fogo em GazaLíderes se reunião nesta segunda-feira (29), no Salão Oval da Casa BrancaMundo2025-09-29T06:47:16.042ZO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reúne nesta segunda-feira (29) com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. O encontro irá acontecer no Salão Oval da Casa Branca, onde os líderes discutirão os termos para um acordo de cessar-fogo com o Hamas, na Faixa de Gaza. As negociações entre as partes estão congeladas desde o início de setembro, quando, no Catar. Ao todo, cinco integrantes do grupo extremista morreram, entre eles o filho do líder exilado Khalil Al-Hayya, principal negociador das conversas de paz. Na última semana, e resgatar os reféns israelenses ainda mantidos pelo Hamas. O mesmo foi dito por Netanyahu, que compartilhou à Fox News Sunday que está trabalhando em novos termos para o acordo de cessar-fogo. "Ainda não foi finalizado, mas estamos trabalhando nisso”, disse. O encontro entre Trump e Netanyahu acontece em meio ao aumento da pressão por um cessar-fogo em Gaza. O impasse nas negociações, paralelamente com o avanço da ofensiva no enclave palestino, está fazendo Israel perder o apoio de países antes aliados, provocando um isolamento internacional de Tel Aviv. A falta de suporte foi vista na última sexta-feira (26), quando Netanyahu discursou na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. Ao entrar no plenário, o premiê foi alvo de vaias, como gesto de repúdio. Muitas antes do líder iniciar o discurso, incluindo a do Brasil. Ao justificarem a ação, os países afirmam que Israel tem direito de se defender do Hamas devido ao ataque de 7 de outubro de 2023, mas que a resposta da ofensiva militar em Gaza é desproporcional. Isso porque o conflito já deixou mais de 66 mil palestinos mortos, segundos dados do Ministério da Saúde local, o que foi visto pela Comissão Independente da ONU como ato de genocídio.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/trump-se-encontra-com-netanyahu-nesta-segunda-29-em-meio-a-pressao-por-cessar-fogo-em-gaza
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