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Trump diz que Estados Unidos voltarão a enviar armas à Ucrânia

Medida acontece em meio ao aumento da ofensiva russa em Kiev; fornecimento havia sido pausado

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Camila Stucaluc
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump | White House

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, na noite de segunda-feira (7), que o governo voltará a enviar armas à Ucrânia. Segundo o republicano, as remessas consistirão, sobretudo, em “equipamentos defensivos”, visando conter a intensificação da ofensiva russa no país.

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"Vamos enviar mais armas. Temos que fazer isso. Eles [ucranianos] precisam ser capazes de se defender. Eles estão sendo atingidos com muita força agora. Estão sendo atingidos com muita força. Teremos que enviar mais armas, sim, principalmente armas defensivas” , disse Trump.

Na última semana, o governo norte-americano havia anunciado a suspensão de alguns envios de armas para a Ucrânia, incluindo mísseis de defesa aérea, após uma revisão dos gastos militares e do apoio nacional a países estrangeiros. A decisão provocou alertas em Kiev, que tentou renegociar os envios com Trump.

Inicialmente, os países concordaram apenas em trabalhar para aumentar a capacidade de defesa aérea da Ucrânia. O avanço das forças russas no território ucraniano, que já resultou na queda de Luhansk, bem como o telefonema considerado “decepcionante” com o líder russo, Vladimir Putin, sobre um possível cessar-fogo, fizeram Trump mudar de ideia e retomar os envios militares ao país.

"Sob a direção do presidente Trump, o Departamento de Defesa está enviando armas defensivas adicionais para a Ucrânia para garantir que os ucranianos possam se defender enquanto trabalhamos para garantir uma paz duradoura e garantir que a matança pare", disse o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell..

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