Suposto membro do PCC é morto em presídio na Bolívia
Homem, identificado apenas pelas iniciais L.R.S., foi 'neutralizado' após colocar a vida de pessoas em risco, afirmou a Direção-Geral do Regime Penitenciário
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Agência EFE
Fachada do Centro Penitenciário San Pedro de Chonchocoro, um presídio de segurança máxima em La Paz, na Bolívia | Foto: Reprodução/Facebook/Defensoría del Pueblo Bolivia - 28.01.2025
A Polícia da Bolívia informou que investiga a morte de um detento brasileiro que teria usado uma arma de fogo no presídio de segurança máxima de Chonchocoro, no planalto de La Paz.
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O homem, que cumpria sentença por tráfico de drogas e assassinato, supostamente pertencia à facção Primeiro Comando da Capital (PCC).
O comandante nacional da Polícia, general Mirko Sokol, disse que o caso, ocorrido no domingo (19), está "em processo de investigação".
"Há um dos privados de liberdade que faleceu devido ao uso de arma de fogo. O que se tem que esclarecer é quem fez uso dessa arma de fogo, a quem pertencia essa arma, como é que chegou às mãos do detento", declarou Sokol.
O detento foi identificado apenas pelas iniciais L.R.S. pela Direção-Geral do Regime Penitenciário, que disse em comunicado que o homem "fez uso de uma arma de fogo, pondo em risco a vida das pessoas privadas de liberdade e da equipe encarregada da segurança" da prisão.
"Diante da situação, os agentes de Segurança Penitenciária ativaram de maneira imediata os protocolos de segurança, conseguindo neutralizá-lo", diz a nota.
"Outro privado de liberdade ficou ferido, sendo levado oportunamente ao Hospital de Clínicas (em La Paz) para receber atendimento médico", acrescenta o texto.
L.R.S. cumpria pena de 30 anos de prisão e foi levado a Chonchocoro "devido aos seus antecedentes de alta periculosidade por casos de violência ocorridos em outros centros penitenciários", segundo a Direção-Geral do Regime Penitenciário.
O órgão ratificou que está sendo investigado como a arma de fogo entrou na prisão e que está tentando identificar os responsáveis, "que serão colocados à disposição da autoridade competente e punidos conforme a lei".
Além disso, o órgão anunciou que foram reforçadas "as medidas de segurança" e foi instruída "a realização de revistas integrais" nessa prisão, situada no município de Viacha, a cerca de 35 quilômetros da cidade de La Paz.
L.R.S. foi transferido para Chonchocoro no final de abril, após espancar outro detento até a morte na prisão de Palmasola, em Santa Cruz, segundo a imprensa local.
Em 2020, o homem foi transferido de Palmasola para a prisão de Mocoví, no departamento amazônico de Beni, depois que detonou uma granada nessa unidade, resultando na morte de três pessoas e deixando cerca de 20 feridos.
Suposto membro do PCC é morto em presídio na BolíviaHomem, identificado apenas pelas iniciais L.R.S., foi 'neutralizado' após colocar a vida de pessoas em risco, afirmou a Direção-Geral do Regime PenitenciárioMundo2026-07-21T21:08:00.411ZA Polícia da Bolívia informou que investiga a morte de um detento brasileiro que teria usado uma arma de fogo no presídio de segurança máxima de Chonchocoro, no planalto de La Paz. O homem, que cumpria sentença por tráfico de drogas e assassinato, supostamente pertencia à facção Primeiro Comando da Capital (PCC). O comandante nacional da Polícia, general Mirko Sokol, disse que o caso, ocorrido no domingo (19), está "em processo de investigação". "Há um dos privados de liberdade que faleceu devido ao uso de arma de fogo. O que se tem que esclarecer é quem fez uso dessa arma de fogo, a quem pertencia essa arma, como é que chegou às mãos do detento", declarou Sokol. O detento foi identificado apenas pelas iniciais L.R.S. pela Direção-Geral do Regime Penitenciário, que disse em comunicado que o homem "fez uso de uma arma de fogo, pondo em risco a vida das pessoas privadas de liberdade e da equipe encarregada da segurança" da prisão. "Diante da situação, os agentes de Segurança Penitenciária ativaram de maneira imediata os protocolos de segurança, conseguindo neutralizá-lo", diz a nota. "Outro privado de liberdade ficou ferido, sendo levado oportunamente ao Hospital de Clínicas (em La Paz) para receber atendimento médico", acrescenta o texto. L.R.S. cumpria pena de 30 anos de prisão e foi levado a Chonchocoro "devido aos seus antecedentes de alta periculosidade por casos de violência ocorridos em outros centros penitenciários", segundo a Direção-Geral do Regime Penitenciário. O órgão ratificou que está sendo investigado como a arma de fogo entrou na prisão e que está tentando identificar os responsáveis, "que serão colocados à disposição da autoridade competente e punidos conforme a lei". Além disso, o órgão anunciou que foram reforçadas "as medidas de segurança" e foi instruída "a realização de revistas integrais" nessa prisão, situada no município de Viacha, a cerca de 35 quilômetros da cidade de La Paz. L.R.S. foi transferido para Chonchocoro no final de abril, após espancar outro detento até a morte na prisão de Palmasola, em Santa Cruz, segundo a imprensa local. Em 2020, o homem foi transferido de Palmasola para a prisão de Mocoví, no departamento amazônico de Beni, depois que detonou uma granada nessa unidade, resultando na morte de três pessoas e deixando cerca de 20 feridos.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/suposto-membro-do-pcc-e-morto-em-presidio-na-bolivia
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