Premiê francês solicita toque de recolher em algumas cidades
Sébastien Lecornu culpa a "extrema esquerda" e criminosos pelos atos de violência que ocorreram durante as manifestações do final de semana
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André de Sena, com informações da Reuters
Pessoa chuta lata de gás lacrimogêneo durante protesto em Paris | Abdul Saboor/Reuters
O primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, afirmou nesta segunda-feira (19) que solicitou a alguns municípios que impusessem toques de recolher parciaisapós os protestos violentos que ocorreram em todo o país no final de semana.
O premiê culpou a "extrema esquerda" e criminosos pelos distúrbios, mas disse que o governo francês não se deixaria intimidar pelos atos de violência.
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A onda de manifestações na França teve início em setembro nos subúrbios de Paris a partir da mobilização de estudantes de ensino médio contra as más condições nas escolas e a falta de professores em bairros populares. Com o passar dos dias, os protestos foram se espalhando pelo restante do país, em cidades como Lyon, Marselha e Tolouse, além de incorporar reivindicações relacionadas à desigualdade social, aos cortes nos serviços públicos e ao aumento do custo de vida.
De acordo com o ministro do Interior, Laurent Núñez, cerca de 550 mil pessoas participaram das manifestações em todo o país neste final de semana. Já o sindicato Confederação Geral do Trabalho (CGT) fala em 800 mil manifestantes.
Saqueadores roubam loja de capas para celulares na cidade francesa de Nice | Reprodução/Reuters
No domingo (18), a França contabilizava um manifestante morto e quase 1.800 pessoas detidas após os episódios de violência, além de centenas de policiais feridos.
Premiê francês solicita toque de recolher em algumas cidadesSébastien Lecornu culpa a "extrema esquerda" e criminosos pelos atos de violência que ocorreram durante as manifestações do final de semanaMundo2026-10-19T13:12:04.557ZO primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, afirmou nesta segunda-feira (19) que solicitou a alguns municípios que impusessem toques de recolher parciais após os protestos violentos que ocorreram em todo o país no final de semana. O premiê culpou a "extrema esquerda" e criminosos pelos distúrbios, mas disse que o governo francês não se deixaria intimidar pelos atos de violência. 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! A onda de manifestações na França teve início em setembro nos subúrbios de Paris a partir da mobilização de estudantes de ensino médio contra as más condições nas escolas e a falta de professores em bairros populares. Com o passar dos dias, os protestos foram se espalhando pelo restante do país, em cidades como Lyon, Marselha e Tolouse, além de incorporar reivindicações relacionadas à desigualdade social, aos cortes nos serviços públicos e ao aumento do custo de vida. De acordo com o ministro do Interior, Laurent Núñez, cerca de 550 mil pessoas participaram das manifestações em todo o país neste final de semana. Já o sindicato Confederação Geral do Trabalho (CGT) fala em 800 mil manifestantes. Apesar de parte dos participantes protestarem de forma pacífica, os atos também foram marcados por confrontos com a polícia, saques a lojas e depredação de edifícios públicos. Na cidade de Limoges, No domingo (18), a França contabilizava um manifestante morto e quase 1.800 pessoas detidas após os episódios de violência, além de centenas de policiais feridos. No mesmo dia, . “Ao ver essas imagens, todos nós nos perguntamos: o que se passava na cabeça dessas pessoas? Como os franceses podem fazer isso com a França?”, disse. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/premie-frances-solicita-toque-de-recolher-em-algumas-cidades
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