Na cidade sul-coreana de Yangsan, termômetros chegaram a marcar 42,5°C, maior temperatura da história do país
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André de Sena, com informações da Reuters
Crianças brincam na água e adultos molham os pés para se refrescar na Coreia do Sul | REUTERS/Kim Hong-Ji
A península da Coreia está sendo atingida por uma forte onda de calor. Em algumas cidades, as temperaturas ultrapassam os 40°C. Tanto o governo sul-coreano quanto o regime norte-coreano emitiram alertas para a população e adotaram medidas emergenciais.
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A onda de calor, que vem se arrastando desde o final da primavera, continua a se intensificar. A situação mais crítica é enfrentada pela cidade de Yangsan, na Coreia do Sul, onde os termômetros chegaram a marcar 42,5°C neste domingo. Trata-se da maior temperatura já registrada pela Administração Meteorológica da Coreia ao longo de 122 anos de medição. Essa é a segunda vez em que o recorde nacional foi quebrado em um intervalo de apenas dois dias.
A agência também emitiu alertas para partes de Seul, a capital do país, além de outras regiões, como Gyeonggi, Busan, Ulsan e Gyeongsang do Sul. Segundo a Agência de Controle e Prevenção de Doenças, 14 pessoas morreram e 1.889 sofreram com doenças relacionadas ao calor desde meados de maio.
A primeira-ministra Han Seong-sook determinou que ministérios e governos locais mobilizem todos os recursos disponíveis para responder aos riscos provocados pela onda de calor. Ela também liberou recursos para financiar ações de socorro e inspeções mais frequentes nas áreas afetadas. Em Seul, foram disponibilizados abrigos com sistema de resfriamento. Além disso, há distribuição gratuita de água e guarda-sóis.
A situação na Coreia do Norte é semelhante. Segundo a mídia estatal, os alertas de calor que abrangem grande parte do país vão permanecer em vigor ao longo de toda a semana.
População tenta se refrescar
Por conta do aumento no uso dos aparelhos de ar-condicionado, o consumo de eletricidade deve atingir um volume recorde no final de agosto. Diante deste cenário, as autoridades de energia elétrica acionaram um protocolo de emergência e estão monitorando de perto a oferta e a demanda.
Na Coreia do Sul, as praias, parques aquáticos e áreas de lazer às margens dos rios estão lotadas. "Esta crise climática tornou-se algo que os cidadãos podem sentir na própria pele", disse o morador de Seul Lee Jub-young, de 43 anos, que decidiu fazer uma visita ao festival aquático no riacho Cheonggyecheon para se refrescar.
Na Coreia do Norte, a mídia estatal relatou que milhares de pessoas visitaram a Zona Turística Costeira de Wonsan Kalma durante o mês de julho.
Onda de calor recorde atinge península da Coreia Na cidade sul-coreana de Yangsan, termômetros chegaram a marcar 42,5°C, maior temperatura da história do paísMundo2026-08-03T16:22:51.984ZA península da Coreia está sendo atingida por uma forte onda de calor. Em algumas cidades, as temperaturas ultrapassam os 40°C. Tanto o governo sul-coreano quanto o regime norte-coreano emitiram alertas para a população e adotaram medidas emergenciais. A onda de calor, que vem se arrastando desde o final da primavera, continua a se intensificar. A situação mais crítica é enfrentada pela cidade de Yangsan, na Coreia do Sul, onde os termômetros chegaram a marcar 42,5°C neste domingo. Trata-se da maior temperatura já registrada pela Administração Meteorológica da Coreia ao longo de 122 anos de medição. Essa é a segunda vez em que o recorde nacional foi quebrado em um intervalo de apenas dois dias. A agência também emitiu alertas para partes de Seul, a capital do país, além de outras regiões, como Gyeonggi, Busan, Ulsan e Gyeongsang do Sul. Segundo a Agência de Controle e Prevenção de Doenças, 14 pessoas morreram e 1.889 sofreram com doenças relacionadas ao calor desde meados de maio. A primeira-ministra Han Seong-sook determinou que ministérios e governos locais mobilizem todos os recursos disponíveis para responder aos riscos provocados pela onda de calor. Ela também liberou recursos para financiar ações de socorro e inspeções mais frequentes nas áreas afetadas. Em Seul, foram disponibilizados abrigos com sistema de resfriamento. Além disso, há distribuição gratuita de água e guarda-sóis. A situação na Coreia do Norte é semelhante. Segundo a mídia estatal, os alertas de calor que abrangem grande parte do país vão permanecer em vigor ao longo de toda a semana. População tenta se refrescar Por conta do aumento no uso dos aparelhos de ar-condicionado, o consumo de eletricidade deve atingir um volume recorde no final de agosto. Diante deste cenário, as autoridades de energia elétrica acionaram um protocolo de emergência e estão monitorando de perto a oferta e a demanda. Na Coreia do Sul, as praias, parques aquáticos e áreas de lazer às margens dos rios estão lotadas. "Esta crise climática tornou-se algo que os cidadãos podem sentir na própria pele", disse o morador de Seul Lee Jub-young, de 43 anos, que decidiu fazer uma visita ao festival aquático no riacho Cheonggyecheon para se refrescar. Na Coreia do Norte, a mídia estatal relatou que milhares de pessoas visitaram a Zona Turística Costeira de Wonsan Kalma durante o mês de julho. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/onda-de-calor-recorde-atinge-peninsula-da-coreia
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