Os participantes do protesto portavam bandeiras tibetanas e norte-americanas, além de carregarem faixas e cartazes com dizeres como "China fora do Tibete" e "Tibete Livre". Eles também gritavam palavras de ordem como "vergonha para Xi Jinping."
Alguns manifestantes se reuniram em volta de um cartaz que retratava o presidente chinês como um imperador obeso. Um homem usou uma tesoura para perfurar a imagem diversas vezes.
Manifestante pró-Tibete se prepara para perfurar imagem do presidente chinês, Xi Jinping, com tesoura | Reprodução/Reuters
O domínio chinês sobre o Tibete teve seu início em 1950, quando tropas do Exército de Libertação Popular tomaram o poder na região. Pequim considera esse episódio como uma "reunificação", não invasão. Em 1951, foi assinado um acordo reconhecendo a soberania chinesa sobre o território.
Apesar da assinatura do documento, o movimento a favor da independência do Tibete sobreviveu e houve episódios de contestação do domínio chinês ao longo dos anos, como a grande revolta que ocorreu na região Tibetana de Lhasa em 1959. O levante foi reprimido pelo Exército de Libertação Popular. Naquele mesmo ano, o Dalai Lama, que até então era o líder político e religioso do Tibete, se exilou na Índia.
Na atualidade, o governo chinês afirma que o Tibete possui autonomia étnica e passa por um processo de desenvolvimento econômico e melhoria das condições de vida. No entanto, organizações de defesa dos direitos humanos, como a Human Rights Watch, relatam o controle rigoroso de Pequim sobre religião, idioma e acesso à informação dentro do território tibetano.
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A visita de Xi Jinping aos Estados Unidos é a primeira desde 2015. Além disso, o encontro com Donald Trump é o terceiro desde que o republicano iniciou seu segundo mandato na Casa Branca, em janeiro de 2025.
Manifestantes pró-Tibete protestam contra Xi em WashingtonPresidente chinês está nos EUA, onde se reúne com o líder dos Estados Unidos, Donald TrumpMundo2026-09-24T18:21:36.960ZMilhares de manifestantes pró-Tibete marcharam pelas ruas de Washington nesta quinta-feira (24), durante o Os participantes do protesto portavam bandeiras tibetanas e norte-americanas, além de carregarem faixas e cartazes com dizeres como "China fora do Tibete" e "Tibete Livre". Eles também gritavam palavras de ordem como "vergonha para Xi Jinping." Alguns manifestantes se reuniram em volta de um cartaz que retratava o presidente chinês como um imperador obeso. Um homem usou uma tesoura para perfurar a imagem diversas vezes. O domínio chinês sobre o Tibete teve seu início em 1950, quando tropas do Exército de Libertação Popular tomaram o poder na região. Pequim considera esse episódio como uma "reunificação", não invasão. Em 1951, foi assinado um acordo reconhecendo a soberania chinesa sobre o território. Apesar da assinatura do documento, o movimento a favor da independência do Tibete sobreviveu e houve episódios de contestação do domínio chinês ao longo dos anos, como a grande revolta que ocorreu na região Tibetana de Lhasa em 1959. O levante foi reprimido pelo Exército de Libertação Popular. Naquele mesmo ano, o Dalai Lama, que até então era o líder político e religioso do Tibete, se exilou na Índia. Na atualidade, o governo chinês afirma que o Tibete possui autonomia étnica e passa por um processo de desenvolvimento econômico e melhoria das condições de vida. No entanto, organizações de defesa dos direitos humanos, como a Human Rights Watch, relatam o controle rigoroso de Pequim sobre religião, idioma e acesso à informação dentro do território tibetano. A visita de Xi Jinping aos Estados Unidos é a primeira desde 2015. Além disso, o encontro com Donald Trump é o terceiro desde que o republicano iniciou seu segundo mandato na Casa Branca, em janeiro de 2025. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/manifestantes-pro-tibete-protestam-contra-xi-em-washington
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