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Governo de Israel aprova acordo de cessar-fogo em Gaza

Segundo os termos do acordo, o Hamas deve libertar reféns, enquanto Israel se compromete a soltar centenas de prisioneiros palestinos

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Benjamin Netanyahu | Jolanda Flubacher

Benjamin Netanyahu | Jolanda Flubacher

O gabinete de segurança de Israel aprovou, nesta sexta-feira (17), um acordo de cessar-fogo com o grupo Hamas, marcando um passo importante para encerrar o conflito na Faixa de Gaza. O acordo prevê a libertação de reféns israelenses e prisioneiros palestinos, segundo a agência de notícias Reuters. +Ataque israelense deixa 81 mortos na Faixa de Gaza após anúncio de cessar-fogo

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Nos termos do acordo, o Hamas deverá libertar reféns, enquanto Israel se compromete a soltar centenas de prisioneiros palestinos. A trégua começa no domingo (19), com a retirada de tropas israelenses das áreas mais povoadas de Gaza.

O conflito, iniciado em 7 de outubro de 2023, com um ataque surpresa do Hamas que deixou 1.200 mortos em Israel e cerca de 250 reféns, resultou em destruição generalizada e dezenas de milhares de mortes em Gaza. Cerca de 40 mil pessoas morreram no território palestino, sendo a maioria mulheres e crianças.

O Catar e o Egito, com apoio das administrações dos Estados Unidos, mediaram o acordo. Os mediadores acreditam que a trégua pode ser um passo significativo para aliviar a crise humanitária em Gaza e reduzir a violência na região.

Antes da assinatura, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu enfrentou resistência de membros mais linha-dura do governo, mas o acordo foi aprovado pelo gabinete de segurança e deve ser ratificado pelo gabinete pleno. Os tribunais israelenses ainda podem analisar possíveis objeções ao pacto, embora sua aprovação seja amplamente esperada.

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