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Em nota publicada no X (antigo Twitter), o gabinete faz críticas diretas ao prefeito de Nova York. De acordo com a nota, "o senhor Mamdani deveria se concentrar em reparar os danos que suas políticas causaram a Nova York". Em seguida, acrescenta que "assim como Karim Khan, Mamdani parece interessado em desviar a atenção pública de seus próprios erros e atacar o líder do Estado judeu e da única democracia do Oriente Médio".
🔎 Karim Khan é Procurador-Chefe do Tribunal Penal Internacional (TPI), que emitiu um mandado de prisão contra Benjamin Netanyahu por acusações relacionadas à guerra na Faixa de Gaza. Israel contesta a decisão e não reconhece a jurisdição do tribunal. No momento, Khan está suspenso do cargo por um processo disciplinar que investiga acusações de má conduta e assédio sexual envolvendo uma assessora.
O comunicado também classificou o Tribunal Penal Internacional (TPI) como "um tribunal sem legitimidade" e afirmou que "não tem jurisdição sobre americanos nem israelenses".
O comunicado também contestou o mandado de prisão emitido pelo TPI contra Netanyahu, classificando-o como "falso". Segundo o gabinete, a ordem de prisão foi emitida pelo então procurador Karim Khan poucos dias antes de virem a público acusações de má conduta sexual contra ele. A nota afirma que "foi uma tentativa clara de Khan de desviar a atenção pública e buscar proteção contra o escrutínio".
Na manifestação, o governo israelense também defendeu a atuação militar do país na guerra contra o Hamas. "Sob a liderança do Primeiro-Ministro Netanyahu, Israel adotou medidas sem precedentes em tempo de guerra para minimizar danos a civis enquanto confronta o Hamas, uma organização terrorista genocida que usa palestinos como escudos humanos e deliberadamente ataca civis israelenses inocentes", afirmou.
A reação ocorre após entrevista de Zohran Mamdani ao The New York Times, publicada no sábado (18). O prefeito afirmou que discute com a equipe jurídica da cidade a possibilidade de determinar a prisão de Benjamin Netanyahu caso o premiê israelense participe da Assembleia Geral da ONU, em Nova York.
"Acho que o primeiro-ministro Netanyahu pertence a Haia", declarou Mamdani. "É um criminoso de guerra que foi acusado pelo Tribunal Penal Internacional."
O prefeito também reconheceu que ainda não sabe se possui autoridade legal para determinar que o Departamento de Polícia de Nova York prenda um chefe de governo estrangeiro, mas afirmou que a questão está sendo analisada por sua equipe jurídica.
A Assembleia Geral da ONU, principal encontro anual de chefes de Estado e de governo de diversos países, está prevista para ocorrer em setembro, na sede da organização, em Nova York.
Gabinete de Netanyahu reage à ameaça de prisão em NYGoverno israelense respondeu com críticas a prefeito de Nova York, que sugeriu a detenção do líder israelense durante a Assembleia Geral da ONUMundo2026-07-19T20:34:24.355ZO gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, respondeu neste domingo (19) às declarações do prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, que afirmou estar avaliando, junto à equipe jurídica da cidade, a , prevista para setembro. Em nota publicada no X (antigo Twitter), o gabinete faz críticas diretas ao prefeito de Nova York. De acordo com a nota, "o senhor Mamdani deveria se concentrar em reparar os danos que suas políticas causaram a Nova York". Em seguida, acrescenta que "assim como Karim Khan, Mamdani parece interessado em desviar a atenção pública de seus próprios erros e atacar o líder do Estado judeu e da única democracia do Oriente Médio". 🔎 Karim Khan é Procurador-Chefe do Tribunal Penal Internacional (TPI), que emitiu um mandado de prisão contra Benjamin Netanyahu por acusações relacionadas à guerra na Faixa de Gaza. Israel contesta a decisão e não reconhece a jurisdição do tribunal. No momento, Khan está suspenso do cargo por um processo disciplinar que investiga acusações de má conduta e assédio sexual envolvendo uma assessora. O comunicado também classificou o Tribunal Penal Internacional (TPI) como "um tribunal sem legitimidade" e afirmou que "não tem jurisdição sobre americanos nem israelenses". O comunicado também contestou o mandado de prisão emitido pelo TPI contra Netanyahu, classificando-o como "falso". Segundo o gabinete, a ordem de prisão foi emitida pelo então procurador Karim Khan poucos dias antes de virem a público acusações de má conduta sexual contra ele. A nota afirma que "foi uma tentativa clara de Khan de desviar a atenção pública e buscar proteção contra o escrutínio". Na manifestação, o governo israelense também defendeu a atuação militar do país na guerra contra o Hamas. "Sob a liderança do Primeiro-Ministro Netanyahu, Israel adotou medidas sem precedentes em tempo de guerra para minimizar danos a civis enquanto confronta o Hamas, uma organização terrorista genocida que usa palestinos como escudos humanos e deliberadamente ataca civis israelenses inocentes", afirmou. Declaração do prefeito de NY A reação ocorre após entrevista de Zohran Mamdani ao The New York Times, publicada no sábado (18). O prefeito afirmou que discute com a equipe jurídica da cidade a possibilidade de determinar a prisão de Benjamin Netanyahu caso o premiê israelense participe da Assembleia Geral da ONU, em Nova York. "Acho que o primeiro-ministro Netanyahu pertence a Haia", declarou Mamdani. "É um criminoso de guerra que foi acusado pelo Tribunal Penal Internacional." O prefeito também reconheceu que ainda não sabe se possui autoridade legal para determinar que o Departamento de Polícia de Nova York prenda um chefe de governo estrangeiro, mas afirmou que a questão está sendo analisada por sua equipe jurídica. A Assembleia Geral da ONU, principal encontro anual de chefes de Estado e de governo de diversos países, está prevista para ocorrer em setembro, na sede da organização, em Nova York. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/gabinete-de-netanyahu-reage-a-ameaca-de-prisao-em-ny