Ficha Limpa: Gilmar diverge de Lúcia, e Dino pede destaque
Solicitação de ministro faz julgamento ser transferido para plenário físico; votação está em 2 a 1 contra mudanças aprovadas pelo Congresso Nacional
José Matheus Santos, SBT News
Ministros Gilmar Mendes e Flávio Dino, do Supremo | Divulgação/Gustavo Moreno/STF
O julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre mudanças feitas pelo Congresso Nacional na Lei da Ficha Limpa foi retomado nesta sexta-feira (11), no plenário virtual. Gilmar Mendes devolveu o caso para referendo após pedido de vista (mais tempo para análise), e abriu divergência da relatora Cármen Lúcia, mas Flávio Dino pediu destaque, o que transfere a matéria para o plenário físico.
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Agora, o placar está em 2 a 1 contra alterações promovidas pelo Congresso. Entre elas, estão regras que encurtam o período em que políticos podem ficar impedidos de disputar eleições.
Lúcia votou pela inconstitucionalidade dessa flexibilização e foi acompanhada por Luiz Fux, que já havia se manifestado antes da vista solicitada por Gilmar Mendes.
Uma das principais novidades, que seguem valendo até decisão final do Supremo, é o estabelecimento de um teto de 12 anos de inelegibilidade em casos de sucessivas condenações por improbidade administrativa.
Cármen Lúcia afirmou ver "cenário de patente retrocesso" nas alterações feitas pelo Congresso.
A mudança pode ter impacto sobre a situação eleitoral de políticos que estão ou já estiveram inelegíveis, como o ex-governador do Rio Anthony Garotinho (Republicanos), que tenta voltar a comandar o governo do Rio, e o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (PSD), postulante ao cargo.
Ficha Limpa: Gilmar diverge de Lúcia, e Dino pede destaqueSolicitação de ministro faz julgamento ser transferido para plenário físico; votação está em 2 a 1 contra mudanças aprovadas pelo Congresso NacionalPolítica2026-09-11T16:18:47.964ZO julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre mudanças feitas pelo Congresso Nacional na Lei da Ficha Limpa foi retomado nesta sexta-feira (11), no plenário virtual. Gilmar Mendes devolveu o caso para referendo após pedido de vista (mais tempo para análise), e abriu divergência da relatora Cármen Lúcia, mas Flávio Dino pediu destaque, o que transfere a matéria para o plenário físico. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Agora, o placar está em 2 a 1 contra alterações promovidas pelo Congresso. Entre elas, estão regras que encurtam o período em que políticos podem ficar impedidos de disputar eleições. Lúcia votou pela inconstitucionalidade dessa flexibilização e foi acompanhada por Luiz Fux, que já havia se manifestado antes da vista solicitada por Gilmar Mendes. Uma das principais novidades, que seguem valendo até decisão final do Supremo, é o estabelecimento de um teto de 12 anos de inelegibilidade em casos de sucessivas condenações por improbidade administrativa. Cármen Lúcia afirmou ver "cenário de patente retrocesso" nas alterações feitas pelo Congresso. A mudança pode ter impacto sobre a situação eleitoral de políticos que estão ou já estiveram inelegíveis, como o ex-governador do Rio Anthony Garotinho (Republicanos), que tenta voltar a comandar o governo do Rio, e o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (PSD), postulante ao cargo.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/ficha-limpa-gilmar-diverge-de-lucia-mas-dino-pede-destaque
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