Centenas protestam na Argentina contra reforma trabalhista de Milei; ato tem confronto com a polícia
Debate na Câmara começou às 14h30 desta quinta (19) e votação deve ocorrer na madrugada de sexta (20)
SBT News
19/02/2026, 20:05 • Atualizado em 19/02/2026, 20:17
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Centenas de manifestantes se reuniram nesta quinta-feira (19) em frente ao Congresso da Argentina, em Buenos Aires, em um ato contra a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei. Durante a mobilização, foram registrados confrontos entre policiais e manifestantes.
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A Praça do Congresso foi tomada por integrantes de organizações de esquerda, movimentos sociais e sindicatos, sob forte esquema de segurança ao redor da sede do Legislativo.
Ao todo, 13 sindicatos aderiram à paralisação, principalmente das áreas de transporte, setor bancário e administração pública.
A greve geral é considerada a de maior adesão até o momento e provocou a paralisação de diversos serviços, incluindo hospitais e grandes estabelecimentos comerciais, além do transporte público e aviário.
A discussão do projeto começou às 14h30 desta quinta-feira (19). O governo de Milei conseguiu reunir quórum de 135 deputados, seis a mais que o mínimo necessário de 129, para dar andamento à sessão. A votação do texto está prevista para ocorrer na madrugada de sexta-feira (20).
A tendência é que o texto-base da reforma seja aprovado, com possibilidade de alterações pontuais em temas específicos, como regras para licenças médicas.
Centenas protestam na Argentina contra reforma trabalhista de Milei; ato tem confronto com a políciaDebate na Câmara começou às 14h30 desta quinta (19) e votação deve ocorrer na madrugada de sexta (20)Mundo2026-02-19T20:05:22.048ZCentenas de manifestantes se reuniram nesta quinta-feira (19) em frente ao Congresso da Argentina, em Buenos Aires, em um ato contra a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei. Durante a mobilização, foram registrados confrontos entre policiais e manifestantes. A mobilização ocorre enquanto a Câmara dos Deputados discute o projeto, que já foi aprovado pelo Senado. A Praça do Congresso foi tomada por integrantes de organizações de esquerda, movimentos sociais e sindicatos, sob forte esquema de segurança ao redor da sede do Legislativo. Ao todo, 13 sindicatos aderiram à paralisação, principalmente das áreas de transporte, setor bancário e administração pública. A greve geral é considerada a de maior adesão até o momento e provocou a paralisação de diversos serviços, incluindo hospitais e grandes estabelecimentos comerciais, além do transporte público e aviário. A discussão do projeto começou às 14h30 desta quinta-feira (19). O governo de Milei conseguiu reunir quórum de 135 deputados, seis a mais que o mínimo necessário de 129, para dar andamento à sessão. A votação do texto está prevista para ocorrer na madrugada de sexta-feira (20). A tendência é que o texto-base da reforma seja aprovado, com possibilidade de alterações pontuais em temas específicos, como regras para licenças médicas.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/centenas-protestam-na-argentina-contra-reforma-trabalhista-de-milei-ato-tem-confronto-com-a-policia