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"Dois tanques destruíram o portão principal e invadiram uma base da Unifil, onde ficaram 45 minutos, e disparos a tiros foram realizados nas proximidades. Trata-se do terceiro dia com registros de ataques de forças israelenses a integrantes ou instalações da UNIFIL desde a semana passada. Cinco integrantes da missão de paz foram feridos nesses ataques", lamentou o Ministério das Relações Exteriores (MRE).
O Itamaraty classificou como "absolutamente inaceitáveis" ataques deliberados "contra integrantes de missões de manutenção da paz e instalações da ONU".
"Constituem grave violação do Direito Internacional, do Direito Internacional Humanitário e das resoluções do Conselho de Segurança da ONU", alertou o MRE. O órgão ainda relembrou participação de militares brasileiros na Unifil, liderando força-tarefa marítima entre 2011 e 2021.
Na nota, o Itamaraty também "deplora" a manifestação do governo de Israel exigindo retirada da Unifil do sul do Líbano. "A missão apoia o governo do Líbano na restauração de sua autoridade na área; facilita o retorno de civis deslocados; presta assistência humanitária; e busca garantir que a área não seja usada por grupos armados", descreveu o MRE.
Veja nota do Itamaraty:
"O Brasil condena veementemente a invasão ontem, 13/10, de base da missão de paz da ONU no Líbano (UNIFIL) pelas forças armadas de Israel.
Dois tanques destruíram o portão principal e invadiram uma base da UNIFIL, onde ficaram 45 minutos, e disparos a tiros foram realizados nas proximidades. Trata-se do terceiro dia com registros de ataques de forças israelenses a integrantes ou instalações da UNIFIL desde a semana passada. Cinco integrantes da missão de paz foram feridos nesses ataques.
Ataques deliberados contra integrantes de missões de manutenção da paz e instalações da ONU são absolutamente inaceitáveis e constituem grave violação do Direito Internacional, do Direito Internacional Humanitário e das resoluções do Conselho de Segurança da ONU. Como tradicional participante de forças de paz da ONU, incluída a UNIFIL, cuja força-tarefa marítima foi liderada por militares brasileiros entre 2011 e 2021, o Brasil repudia as violações sistemáticas verificadas nos últimos dias.
O governo brasileiro também deplora manifestação do governo israelense, na qual apela pela retirada da UNIFIL do sul do Líbano. A missão de paz foi estabelecida em 1978 pelo Conselho de Segurança e atua desde então na manutenção da paz e da segurança no sul do Líbano. A missão apoia o governo do Líbano na restauração de sua autoridade na área; facilita o retorno de civis deslocados; presta assistência humanitária; e busca garantir que a área não seja usada por grupos armados.
O governo brasileiro reitera a necessidade urgente de cessação das hostilidades."
Brasil condena invasão de base da ONU por Israel no Líbano; Itamaraty cita "violações sistemáticas""O governo brasileiro reitera a necessidade urgente de cessação das hostilidades", afirma Ministério das Relações Exteriores, em comunicadoMundo2024-10-14T14:29:57.475ZO Brasil voltou a condenar, pela terceira vez em cinco dias, . Em comunicado nesta segunda-feira (14), o , repudiou o que chamou de "violações sistemáticas" ao espaço da ONU no país e reforçou, novamente, "necessidade urgente de cessação das hostilidades". "Dois tanques destruíram o portão principal e invadiram uma base da Unifil, onde ficaram 45 minutos, e disparos a tiros foram realizados nas proximidades. Trata-se do terceiro dia com registros de ataques de forças israelenses a integrantes ou instalações da UNIFIL desde a semana passada. Cinco integrantes da missão de paz foram feridos nesses ataques", lamentou o Ministério das Relações Exteriores (MRE). O Itamaraty classificou como "absolutamente inaceitáveis" ataques deliberados "contra integrantes de missões de manutenção da paz e instalações da ONU". "Constituem grave violação do Direito Internacional, do Direito Internacional Humanitário e das resoluções do Conselho de Segurança da ONU", alertou o MRE. O órgão ainda relembrou participação de militares brasileiros na Unifil, liderando força-tarefa marítima entre 2011 e 2021. Na nota, o Itamaraty também "deplora" a manifestação do governo de Israel exigindo retirada da Unifil do sul do Líbano. "A missão apoia o governo do Líbano na restauração de sua autoridade na área; facilita o retorno de civis deslocados; presta assistência humanitária; e busca garantir que a área não seja usada por grupos armados", descreveu o MRE. Veja nota do Itamaraty: "O Brasil condena veementemente a invasão ontem, 13/10, de base da missão de paz da ONU no Líbano (UNIFIL) pelas forças armadas de Israel. Dois tanques destruíram o portão principal e invadiram uma base da UNIFIL, onde ficaram 45 minutos, e disparos a tiros foram realizados nas proximidades. Trata-se do terceiro dia com registros de ataques de forças israelenses a integrantes ou instalações da UNIFIL desde a semana passada. Cinco integrantes da missão de paz foram feridos nesses ataques. Ataques deliberados contra integrantes de missões de manutenção da paz e instalações da ONU são absolutamente inaceitáveis e constituem grave violação do Direito Internacional, do Direito Internacional Humanitário e das resoluções do Conselho de Segurança da ONU. Como tradicional participante de forças de paz da ONU, incluída a UNIFIL, cuja força-tarefa marítima foi liderada por militares brasileiros entre 2011 e 2021, o Brasil repudia as violações sistemáticas verificadas nos últimos dias. O governo brasileiro também deplora manifestação do governo israelense, na qual apela pela retirada da UNIFIL do sul do Líbano. A missão de paz foi estabelecida em 1978 pelo Conselho de Segurança e atua desde então na manutenção da paz e da segurança no sul do Líbano. A missão apoia o governo do Líbano na restauração de sua autoridade na área; facilita o retorno de civis deslocados; presta assistência humanitária; e busca garantir que a área não seja usada por grupos armados. O governo brasileiro reitera a necessidade urgente de cessação das hostilidades."São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/brasil-condena-invasao-de-base-da-onu-por-israel-no-libano-itamaraty-cita-violacoes-sistematicas
Em discurso na TV, presidente deve citar minerais críticos, Amazônia, petróleo na Margem Equatorial e passar recados contra interferências dos Estados Unidos