Mundo

Ataque aéreo israelense mata mais de 20 pessoas no norte do Líbano

Bombardeio atingiu prédio residencial; ONU voltou a pedir cessar-fogo no país

C
Camila Stucaluc
15/10/2024, 06:01 • Atualizado em 15/10/2024, 06:01
compartilhar
Ataque israelense atingiu prédio residencial no Líbano | Houssam Hariri/UNHCR

Ataque israelense atingiu prédio residencial no Líbano | Houssam Hariri/UNHCR

Ao menos 21 pessoas morreram e outras oito ficaram feridas em um ataque aéreo israelense no norte do Líbano, na noite de segunda-feira (14). Segundo a Cruz Vermelha Libanesa, o bombardeio atingiu um pequeno prédio de apartamentos em Aitou, uma vila predominantemente cristã longe da linha de fogo entre Israel e Hezbollah.

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.

Siga no Google Discover

O ataque foi uma rara ação do exército israelense. Isso porque, desde que intensificou a ofensiva no Líbano contra o Hezbollah, os soldados vêm mirando alvos no sul e leste do país, incluindo Beirute. Eles afirmam concentrar os bombardeios em infraestruturas do grupo extremista, como estoques de armas e pontos de liderança.

“Durante as últimas 24 horas, a Força Aérea, em cooperação com o Comando do Norte, atacou cerca de 200 alvos terroristas do Hezbollah nas profundezas e no sul do Líbano. Entre os alvos atacados: esquadrões terroristas, posições antitanque e lançadores de mísseis superfície-superfície”, disseram as Forças de Defesa de Israel (IDF).

A ação foi respondida pelo Hezbollah, que disparou cerca de 115 projéteis contra Israel. A maioria deles, no entanto, foi interceptada pelos sistemas de defesa.

Em meio ao cenário, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) pediu a plena implementação de sua resolução 1701, que foi adotada em 2006 com o objetivo de manter a paz na fronteira entre o Líbano e Israel. “Precisamos de um cessar-fogo que seja sustentado por um processo de paz significativo. Só assim quebraremos o ciclo de violência”, disse Jean Lacroix, chefe das Forças de Paz.

Leia mais

Ver tudo
Imagem da notícia: FGTS: como consultar saque-aniversário para demitidos

FGTS: como consultar saque-aniversário para demitidos

Imagem da notícia: NR-1: empresas ainda precisam se preparar, diz especialista

NR-1: empresas ainda precisam se preparar, diz especialista

Imagem da notícia: Caso Master: Cláudio Castro é alvo da PF

Caso Master: Cláudio Castro é alvo da PF

Imagem da notícia: Chuva forte atinge Sul e avança por outras regiões

Chuva forte atinge Sul e avança por outras regiões

Imagem da notícia: FGTS: como consultar saque-aniversário para demitidos

FGTS: como consultar saque-aniversário para demitidos

Imagem da notícia: NR-1: empresas ainda precisam se preparar, diz especialista

NR-1: empresas ainda precisam se preparar, diz especialista

Imagem da notícia: Caso Master: Cláudio Castro é alvo da PF

Caso Master: Cláudio Castro é alvo da PF

Imagem da notícia: Chuva forte atinge Sul e avança por outras regiões

Chuva forte atinge Sul e avança por outras regiões

Últimas notícias

NR-1: O que muda com proteção à saúde mental no trabalho?

Atualização de norma trabalhista entra em vigor nesta terça (26) e obriga empresas a mapear riscos à saúde mental; regra amplia fiscalização e pode gerar multas

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 3,5 milhões nesta terça (26)

Apostas podem ser feitas em casas lotéricas ou pela internet até as 20h

Justiça do Rio retoma julgamento do caso Henry Borel

Padrasto e mãe do menino são acusados de homicídio triplamente qualificado, fraude processual e coação

Rússia cita ataques e pede que estrangeiros deixem Kiev

Ameaça foi criticada pelo governo ucraniano, que pediu aos aliados que não cedam à "chantagem russa"

NR-1: regra sobre saúde mental no trabalho entra em vigor

Norma inclui doenças psicossociais como riscos ocupacionais, visando aumentar fiscalização de empresas; objetivo é prevenir adoecimentos

Moraes mantém prisões de condenados pelo caso Marielle

Ministro afirmou que não houve fatos novos para revogar prisões enquanto recursos seguem pendentes