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Após reunião em Bruxelas, UE anuncia 17º pacote de sanções contra Rússia

Novas restrições em resposta à guerra na Ucrânia miram setores energético e financeiro de Moscou

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Camila Stucaluc
27/06/2025, 05:11 • Atualizado em 27/06/2025, 05:11
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Presidente do Conselho Europeu, António Costa | Divulgação

Presidente do Conselho Europeu, António Costa | Divulgação

A União Europeia (UE) aprovou, na quinta-feira (26), o 17º pacote de sanções contra a Rússia. Pelas redes sociais, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, explicou que as medidas miram, em particular, os setores energético e financeiro russo, incluindo a frota paralela de petroleiros e seus operadores.

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O anúncio foi feito após os representantes do bloco se reunirem em Bruxelas, na Bélgica. No encontro, os membros ainda debateram um possível 18º pacote de sanções contra Moscou. Entre as medidas citadas estão a restrição às novas instituições bancárias e aos produtos refinados feitos pelo petróleo russo, que continuam sendo importados por meio de certos países terceiros, como a Turquia.

“Mantemos a pressão sobre a Rússia. Adotados 17 pacotes de sanções. E o trabalho para entregar um pacote novo e poderoso está bem encaminhado. Já dissemos isso o tempo todo: a invasão russa em grande escala da Ucrânia prejudica seriamente a segurança global e a ordem internacional baseada em regras”, disse Costa.

Segundo o diplomata, o objetivo da UE é sufocar cada vez mais a economia e o mercado de armas da Rússia, reduzindo a capacidade das forças militares de continuar avançando com a ofensiva na Ucrânia – que já resultou na anexação de três territórios vizinhos por Moscou. O bloco também já chegou a aplicar sanções contra Bielorrússia, Irã e Coreia do Norte, em resposta ao apoio dos países ao Kremlin na guerra.

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