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Aeroporto na Colômbia continua fechado para voos comerciais

Terminal de Pereira teve parte do teto destruída pelo terremoto e ainda não tem previsão de reabertura

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Agência EFE
Aeroporto internacional Matecaña, na cidade de Pereira, na Colômbia | Foto: Wikimedia Commons - 23.07.2020

Aeroporto internacional Matecaña, na cidade de Pereira, na Colômbia | Foto: Wikimedia Commons - 23.07.2020

O aeroporto internacional Matecaña, da cidade de Pereira, na Colômbia, mantém a suspensão de suas operações comerciais, sem que se saiba quando reabrirá devido aos graves danos que o terremoto de magnitude 7,4 na escala Richter que abalou grande parte do país causou em sua estrutura.

O terminal aéreo, o principal da região do Eixo Cafeeiro e cuja renovação foi entregue em 2020, é uma das construções mais afetadas de Pereira, capital do departamento de Risaralda, e lá morreram três pessoas que esperavam para embarcar em um voo.

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Em vídeos divulgados em redes sociais pode ser visto o desabamento de parte do teto do aeroporto, assim como o desprendimento da fachada e o movimento dos vidros durante o terremoto.

Um dia depois do tremor, centenas de pessoas trabalham para retirar os escombros e colocar o aeroporto em operação comercial.

Trabalhadores jogam para fora do aeroporto pedaços do teto e de escombros, enquanto engenheiros avaliam os danos na infraestrutura que, no momento, tornam impossível a entrada de cidadãos no local.

Segundo a Aeronáutica Civil (Aerocivil), estão pousando no aeroporto apenas voos de Estado, atendimento médico, busca, resgate e ajuda humanitária.

"A restrição permanecerá vigente enquanto as equipes especializadas realizam as intervenções necessárias devido às fissuras identificadas na pista, à desconexão dos sistemas de comunicações ATS e às avaliações técnicas na estrutura da torre de controle", acrescentou o órgão em comunicado.

Em seus 22 mil metros quadrados, o aeroporto contava com espaços amplos para a realização de trâmites e viagens, além de um setor de alimentação reformado e um teto rebaixado que, com ondulações, homenageava as características físicas da paisagem cultural cafeeira.

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