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A mudança de regime no Irã é o desafio após a operação militar deste sábado

Da Flórida, Donald Trump acompanhou, desde as primeiras horas, os ataques dos mísseis disparados por Israel

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Da Flórida, Donald Trump acompanhou, desde as primeiras horas, os ataques dos mísseis disparados por Israel

Washington DC - Ao sair da Casa Branca na sexta-feira (27), Donald Trump disse que não estava satisfeito com o posicionamento do Irã nas conversas diplomáticas que aconteceram por dias seguidos em diferentes cidades do Oriente Médio e Europa.

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Os norte-americanos exigiam não só que o Irã se comprometesse a não ter mais um programa nuclear, como também que assinasse um acordo para não ter determinadas armas e mísseis. Algo que o líder supremo do Irã afirmou que era algo impossível de atender. "Se fizermos isso, estaremos nos ajoelhando perante o inimigo" disse Ali Khamenei.

Ao fim da sexta-feira, colegas correspondentes aguardavam na Casa Branca um breaking news que parecia certeza, iria vir. À uma e meia da manhã pelo horário da capital Washington, às três e meia da manhã pelo horário de Brasília, os alertas começaram a ecoar no mundo. Teerã estava sob o ataque de mísseis. A história que se segue já foi amplamente divulgada ao longo do dia.

Daqui, dos bastidores da capital Washington, o que se observou foi a movimentação no entorno de Donald Trump. Ao lado dele, na foto divulgada pela Casa Branca, estava Marco Rubio - chefe da diplomacia e líder do Conselho de Segurança Nacional - e Susy Willes, chefe de gabinete da Casa Branca.

JD Vance, vice-presidente norte americano, não estava junto de Donald Trump nesse momento considerado histórico para a administração atual. Da capital do país, acompanhou os desdobramentos no Oriente Médio enquanto Rubio parecia ter mais destaque.

Ao fim do sábado, a Casa Branca liberou o pool de repórteres que acompanham a Flórida sem expectativa de que o presidente falasse publicamente. A confirmação da morte do Líder Supremo veio pelas redes sociais do presidente norte-americano. Trump disse que Khamenei estava morto e que isso era uma vitória para o povo do Irã e dos Estados Unidos. Foi o fim de uma guerra de narrativas que começou com uma declaração de Netanyahu falando sobre o falecimento do líder supremo e negativas de autoridades iranianas.

Lula na Casa Branca

Na saída para o Texas na sexta-feira, 27 de fevereiro, Donald Trump disse - em resposta ao SBT - que "se dá muito bem com o presidente brasileiro". Eu o questionei se ele já tinha naquele momento uma data para receber o presidente Lula na Casa Branca. Na Índia, Lula indicou que poderia vir à capital norte-americana no dia 16 de março. Trump respondeu que "se dá muito bem com o presidente brasileiro e que adoraria recebê-lo"

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