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Estudo indica ineficácia de cigarro eletrônico para abandonar vício

Utilização do produto apresenta maior índices de recaída do que medicamentos

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Cigarro eletrônico ainda é proibido no Brasil | Pixabay
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Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, apontou que o consumo de cigarro eletrônico com nicotina não apresenta eficácia para abandonar o vício de fumar. Segundo os dados, o risco de recaída é de 7,3% maior entre aqueles que usa o produto, quando comparado com o consumo de medicamentos de abstinência.

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Para chegar a conclusão, os cientistas analisaram dados de 4,9 mil fumantes e ex-fumantes desde 2017. Destes, um a cada oito afirmou ter recorrido a cigarros eletrônicos ou vape, como também é conhecido, para parar de fumar, mas não obteve resultados positivos. 

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Além disso, aqueles que não registraram nenhum tipo de ajuda, como métodos farmacológicos, tiveram mais sucesso do que aqueles que utilizaram o cigarro eletrônico. "O aumento de vendas em cigarros eletrônicos com alto teor de nicotina não se traduziu em um número maior de fumantes usando esses produtos para largar o tabagismo", diz a pesquisa. 

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