Justiça de São Paulo nega pedido de prisão preventiva de PM que atirou à queima-roupa contra estudante de medicina
Juíza Luciana Scorza argumentou que o policial é réu primário e não tentou interferir nas investigações do caso
Vicklin Moraes
14/01/2025, 20:09 • Atualizado em 14/01/2025, 20:09
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A Justiça de São Paulo negou, nesta terça-feira (14), o pedido de prisão preventiva do policial militar responsável pela morte de um estudante de medicina de 22 anos,durante uma abordagem em novembro de 2024. A solicitação foi feita pela Polícia Civil após a conclusão do inquérito. A decisão foi tomada pela juíza Luciana Scorza, que optou por não decretar a prisão de Guilherme Augusto Macedo, levando em consideração que o policial é réu primário, possui residência fixa e não tentou interferir nas investigações.
“Além disso, em nenhum momento ele tentou prejudicar ou retardar as investigações, comparecendo a todos os atos do processo desde o ocorrido, em 20 de novembro de 2024. Não há, portanto, fatos novos ou contemporâneos que justifiquem a aplicação da medida extrema”, afirmou a juíza em sua decisão.
Entretanto, a juíza impôs medidas cautelares ao policial, que deverá se apresentar mensalmente para justificar suas atividades, manter residência fixa e se abster de qualquer contato com a família do estudante.
O estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos, foi morto com um tiro à queima-roupa durante uma abordagem da Polícia Militar (PM), na madrugada de 20 de novembro, em um hotel na Vila Mariana, zona Sul de São Paulo.
De acordo com o boletim de ocorrência, Marco Aurélio estava alterado, agressivo e teria resistido à ação dos policiais Yuri Martins de Almeida e Guilherme Augusto Macedo.
Justiça de São Paulo nega pedido de prisão preventiva de PM que atirou à queima-roupa contra estudante de medicina Juíza Luciana Scorza argumentou que o policial é réu primário e não tentou interferir nas investigações do caso
Justiça2025-01-14T20:09:05.647ZA Justiça de São Paulo negou, nesta terça-feira (14), o pedido de prisão preventiva do policial militar responsável pela durante uma abordagem em novembro de 2024. A solicitação foi feita pela Polícia Civil após a conclusão do inquérito. A decisão foi tomada pela juíza Luciana Scorza, que optou por não decretar a prisão de Guilherme Augusto Macedo, levando em consideração que o policial é réu primário, possui residência fixa e não tentou interferir nas investigações. “Além disso, em nenhum momento ele tentou prejudicar ou retardar as investigações, comparecendo a todos os atos do processo desde o ocorrido, em 20 de novembro de 2024. Não há, portanto, fatos novos ou contemporâneos que justifiquem a aplicação da medida extrema”, afirmou a juíza em sua decisão. Entretanto, a juíza impôs medidas cautelares ao policial, que deverá se apresentar mensalmente para justificar suas atividades, manter residência fixa e se abster de qualquer contato com a família do estudante. Relembre o caso O estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos, foi morto com um tiro à queima-roupa durante uma abordagem da Polícia Militar (PM), na madrugada de 20 de novembro, em um hotel na Vila Mariana, zona Sul de São Paulo. De acordo com o boletim de ocorrência, Marco Aurélio estava alterado, agressivo e teria resistido à ação dos policiais Yuri Martins de Almeida e Guilherme Augusto Macedo. Em janeiro de 2025,envolvidos no assassinato do estudante. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/justica/justica-de-sao-paulo-nega-pedido-de-prisao-preventiva-de-pm-que-atirou-a-queima-roupa-contra-estudante-de-medicina