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Tarcísio mantém Derrite na Segurança Pública após morte de estudante de medicina

Mãe da vítima enviou carta ao governador de São Paulo pedindo a demissão do secretário

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SBT Brasil
14/01/2025, 00:00 • Atualizado em 14/01/2025, 00:58
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Tarcísio de Freitas e Guilherme Derrite | Reprodução/Governo de São Paulo

Tarcísio de Freitas e Guilherme Derrite | Reprodução/Governo de São Paulo

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Após a mãe do estudante de medicina morto por um policial militar enviar uma carta ao governador de São Paulo pedindo a demissão do secretário da Segurança Pública, Tarcísio de Freitas afirmou que Guilherme Derrite permanece no cargo.

A carta foi divulgada após a liberação de imagens gravadas pelas câmeras corporais dos policiais militares envolvidos na morte. Os vídeos contrariam a versão dos PMs. Eles disseram que o estudante Marco Aurélio Cardenas tinha tentado pegar a arma de um deles, enquanto era rendido, em um hotel da capital paulista. Os vídeos mostram que isso não aconteceu.

Nesta segunda-feira (13), Tarcísio de Freitas disse que se sensibiliza com os pais da vítima, mas que o secretário da Segurança Pública não deixará o cargo.

"Não pretendo fazer mudanças por ora. É claro que a gente se sensibiliza com a dor dessa mãe, com a dor do pai. Eu entendo as manifestações que eles têm emitido, são perfeitamente compreensíveis. Acho que no lugar deles eu estaria procedendo da mesma forma. Existe um desejo de ver a justiça. Eu acho que essa justiça tem que acontecer e vai acontecer, porque os responsáveis serão apresentados à Justiça, irão a julgamento", disse o governador.

Tarcísio também afirmou que todos os policiais militares estão passando por um treinamento e que casos de abuso de autoridade serão punidos: "nós não vamos tolerar casos de abuso, não vamos compactuar com isso. Então, aqueles que estão se excedendo, estão descumprindo aquilo que são procedimentos estabelecidos, serão severamente punidos".

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