Ex-presidente do INSS preso aguarda nova decisão de Mendonça e quer levar caso para 2ª Turma do STF
Defesa de Alessandro Stefanutto aposta em análise colegiada na Corte para tentar reverter prisão por suspeita de desvios milionários
Basília Rodrigues
10/04/2026, 20:52 • Atualizado em 10/04/2026, 20:52
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Ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto | Divulgação/Wilson Dias/Agência Brasil
Preso desde novembro do ano passado, o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto não vê a hora do caso ser levado à Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A estratégia da defesa mantém a esperança que Stefanutto deixe a prisão.
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Há um pedido de soltura ainda sem resposta nas mãos do relator do caso, André Mendonça. A expectativa é que o pedido seja negado, o que abriria caminho para a questão ser levada ao grupo de ministros da turma.
Stefanutto cumpre prisão no prédio da Papudinha, espaço reservado a presos expostos politicamente no Complexo Penitenciário da Papuda.
Até aqui, o caso está concentrado no gabinete do ministro relator. Mendonça compõe a Segunda Turma com Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Nunes Marques e Luiz Fux.
A defesa nega a acusação e alegou ao STF que não há nenhum investigado no esquema que tenha confirmado o repasse dos recursos.
Ex-presidente do INSS preso aguarda nova decisão de Mendonça e quer levar caso para 2ª Turma do STFDefesa de Alessandro Stefanutto aposta em análise colegiada na Corte para tentar reverter prisão por suspeita de desvios milionários Justiça2026-04-10T20:52:46.337ZPreso desde novembro do ano passado, o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto não vê a hora do caso ser levado à Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A estratégia da defesa mantém a esperança que Stefanutto deixe a prisão. Há um pedido de soltura ainda sem resposta nas mãos do relator do caso, André Mendonça. A expectativa é que o pedido seja negado, o que abriria caminho para a questão ser levada ao grupo de ministros da turma. Stefanutto cumpre prisão no prédio da Papudinha, espaço reservado a presos expostos politicamente no Complexo Penitenciário da Papuda. A investigação apontou suspeita de que o do esquema de desvios de aposentados e pensionistas. Até aqui, o caso está concentrado no gabinete do ministro relator. Mendonça compõe a Segunda Turma com Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Nunes Marques e Luiz Fux. A defesa nega a acusação e alegou ao STF que não há nenhum investigado no esquema que tenha confirmado o repasse dos recursos.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/justica/ex-presidente-do-inss-preso-aguarda-nova-decisao-de-mendonca-e-quer-levar-caso-para-2-turma-do-stf
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