Justiça

MPF acompanha investigação sobre abordagem da PRF que terminou com morte

Corporação tem prazo de 48 horas para enviar informação ao Ministério Público Federal

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Prédio do Ministério Público Federal em Sergipe (Divulgação/Sindiscose)

Prédio do Ministério Público Federal em Sergipe (Divulgação/Sindiscose)

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O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um procedimento para acompanhar as investigações sobre a morte de Genivaldo de Jesus Santos, que ocorreu durante abordagem de agentes da corporação em Umbaúba (SE).

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O despacho com a ordem para a abertura do procedimento é assinado pelo procurador da República Flávio Matias, coordenador do controle externo da atividade policial, e determina ainda que sejam enviados ofícios com pedidos à Delegacia de Polícia Civil de Umbaúba, à Polícia Federal (PF) e à Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Para a delegacia, foi requisitada a indicação do número do procedimento/registro feito sobre o caso. Para a PF, a instauração de inquérito a respeito do ocorrido ou envio do número do inquérito já instaurado para apurá-lo. Já à PRF, o MPF requisitou a abertura de processo administrativo/procedimento preliminar para apurar a abordagem ou, caso já tenha sido aberto, o envio do número. Os órgãos têm prazo de 48 horas para enviarem respostas ao Ministério Público Federal.

Durante a abordagem de Genivaldo, na BR-101, inicialmente ele foi repreendido e imobilizado no chão. Depois, foi preso dentro de uma viatura com uma bomba de gás lacrimogênio ativa e com o carro repleto de fumaça. O Instituto Sou da Paz divulgou nesta 5ª feira uma nota pública de repúdio à abordagem.

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