Ao tentar mostrar números "positivos" na segurança, Dino pressiona Lewandowski em despedida
Ministro da Justiça fez ato final com balanço sobre criminalidade; tema será levado para campanha eleitoral pela oposição
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Leonardo Cavalcanti
31/01/2024, 14:16 • Atualizado em 01/02/2024, 02:13
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Flávio Dino
A 24h do fim do mandato na Justiça, Flávio Dino apresentou um balanço "positivo" na segurança pública. Na plateia estavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o novo ministro, Ricardo Lewandowski.
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Bastidores: a apresentação de Dino foi vista como um movimento para pressionar a equipe de Lewandowski. Ao deixar a Esplanada em direção ao Supremo Tribunal Federal (STF), Dino e o próprio partido, o PSB, tentaram manter parte da equipe, principalmente Ricardo Cappelli (secretário-executivo) e Tadeu Alencar (secretário de Segurança). Sem sucesso. Lewandowski trocou os dois por Manoel Carlos e Mário Sarrubbo, respectivamente.
Campanha: o governo Lula sabe que o tema da segurança será levado para a campanha municipal de outubro. Assim, vai tentar mostrar resultados nessa área. A dificuldade é que a esquerda se distanciou do tema nos últimos anos, principalmente das polícias, deixando um espaço aberto para políticos de direita, como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que será um dos principais cabos eleitorais nas eleições nas capitais.
Ao tentar mostrar números "positivos" na segurança, Dino pressiona Lewandowski em despedidaMinistro da Justiça fez ato final com balanço sobre criminalidade; tema será levado para campanha eleitoral pela oposiçãoGoverno2024-01-31T14:16:50.612ZA 24h do fim do mandato na Justiça, Flávio Dino apresentou um balanço "positivo" na segurança pública. Na plateia estavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o novo ministro, Ricardo Lewandowski. Bastidores: a apresentação de Dino foi vista como um movimento para pressionar a equipe de Lewandowski. Ao deixar a Esplanada em direção ao Supremo Tribunal Federal (STF), Dino e o próprio partido, o PSB, tentaram manter parte da equipe, principalmente Ricardo Cappelli (secretário-executivo) e Tadeu Alencar (secretário de Segurança). Sem sucesso. Lewandowski trocou os dois por Manoel Carlos e Mário Sarrubbo, respectivamente. Campanha: o governo Lula sabe que o tema da segurança será levado para a campanha municipal de outubro. Assim, vai tentar mostrar resultados nessa área. A dificuldade é que a esquerda se distanciou do tema nos últimos anos, principalmente das polícias, deixando um espaço aberto para políticos de direita, como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que será um dos principais cabos eleitorais nas eleições nas capitais. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/governo/ao-tentar-mostrar-numeros-positivos-na-seguranca-dino-pressiona-lewandowski-na-despedida