Polícia Civil cobra esclarecimentos do Corinthians sobre contrato com a Vai de Bet
Investigação aponta uso de laranjas e questiona pagamento de R$ 56 milhões por intermediadoras sem autorização
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Marco Pagetti
11/10/2024, 10:00 • Atualizado em 11/10/2024, 10:04
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A Polícia Civil de São Paulo solicitou explicações ao Corinthians sobre o uso de laranjas na intermediação do contrato com a antiga patrocinadora Vai de Bet. O principal foco das investigações está nos R$ 56 milhões pagos ao clube através de três intermediadoras, como consta no contrato.
De acordo com o documento, a patrocinadora tinha a permissão de utilizar outras duas empresas para efetuar os pagamentos, mas precisaria obter autorização por escrito e aprovação prévia do clube caso a antiga patrocinadora utilizasse outras intermediadoras.
Até o momento, o Corinthians não apresentou comprovações de que essas autorizações foram concedidas, o que levantou questionamentos por parte das autoridades.
A polícia também pediu o contato de Luís Ricardo Alves, conhecido como “Seedorf”, superintendente financeiro da gestão atual de Augusto Melo. Seedorf já havia prestado depoimento em setembro, mas a audiência foi interrompida porque o advogado presente teria tentado direcionar as respostas. Um novo depoimento será agendado online.
A investigação sobre o contrato entre o Corinthians e a Vai de Bet começou em maio, após surgirem suspeitas de que um “laranja” estaria envolvido na intermediação. O clube, por sua vez, afirma ser o maior interessado em resolver o caso, já que considera ser a principal vítima de qualquer irregularidade.
Polícia Civil cobra esclarecimentos do Corinthians sobre contrato com a Vai de Bet Investigação aponta uso de laranjas e questiona pagamento de R$ 56 milhões por intermediadoras sem autorização Esportes2024-10-11T10:00:38.400Z A Polícia Civil de São Paulo solicitou explicações ao Corinthians sobre o uso de laranjas na intermediação do contrato com a antiga patrocinadora Vai de Bet. O principal foco das investigações está nos R$ 56 milhões pagos ao clube através de três intermediadoras, como consta no contrato. De acordo com o documento, a patrocinadora tinha a permissão de utilizar outras duas empresas para efetuar os pagamentos, mas precisaria obter autorização por escrito e aprovação prévia do clube caso a antiga patrocinadora utilizasse outras intermediadoras. Até o momento, o Corinthians não apresentou comprovações de que essas autorizações foram concedidas, o que levantou questionamentos por parte das autoridades. A polícia também pediu o contato de Luís Ricardo Alves, conhecido como “Seedorf”, superintendente financeiro da gestão atual de Augusto Melo. Seedorf já havia prestado depoimento em setembro, mas a audiência foi interrompida porque o advogado presente teria tentado direcionar as respostas. Um novo depoimento será agendado online. A investigação sobre o contrato entre o Corinthians e a Vai de Bet começou em maio, após surgirem suspeitas de que um “laranja” estaria envolvido na intermediação. O clube, por sua vez, afirma ser o maior interessado em resolver o caso, já que considera ser a principal vítima de qualquer irregularidade. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/esportes/policia-civil-cobra-esclarecimentos-do-corinthians-sobre-contrato-com-a-vai-de-bet