O que se sabe sobre a saúde de Michael Schumacher 10 anos após acidente
Família mantém segredo sobre estado do piloto desde a queda de esqui que o deixou gravemente ferido na França
V
Vithor Laureano
Em um dia que ficou marcado na história da Fórmula 1, em 29 de dezembro de 2013, o mundo recebeu a trágica notícia do acidente de esqui na França, que mudou a vida de Michael Schumacher. Uma década depois, o estado de saúde do ícone do automobilismo permanece um mistério cuidadosamente guardado pela família Schumacher, que reforça seu compromisso inabalável com a privacidade do ex-piloto.
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As atualizações sobre Schumacher têm sido escassas, com a última informação significativa em setembro de 2019, quando ele foi internado em Paris para um suposto procedimento com células-tronco. O advogado da família, Felix Damm, explicou em outubro deste ano, que a ausência de um "relatório final" sobre a saúde do heptacampeão se deve à constante especulação da mídia e à complexidade de fornecer atualizações constantes.
Familiares e amigos próximos, como Jean Todt, ex-presidente da FIA e ex-diretor esportivo da Ferrari, têm acesso autorizado a Schumacher. Todt revelou em julho de 2022 que assiste a corridas de F1 com o heptacampeão, oferecendo uma rara visão do cotidiano privado de Schumi. A esposa de Schumacher, Corinna, desempenha um papel central na proteção da privacidade do marido, limitando visitas e mantendo um controle rigoroso sobre quem pode acessá-lo.
Rubens Barrichello, ex-companheiro de equipe de Schumacher na Ferrari, compartilhou em uma entrevista ao Flow Podcast que tentou visitar o heptacampeão, mas teve sua entrada recusada. Barrichello expressou seu desejo sincero de estar ao lado de Schumacher, mas foi informado de que a visita poderia não ser benéfica naquele momento.
Ao longo dos anos, outros nomes proeminentes do automobilismo revelaram ter acesso negado a Schumacher. Eddie Jordan, fundador da equipe pela qual Schumacher fez sua estreia na F1, destacou a compreensão da recusa, reconhecendo a necessidade crucial de privacidade e segurança para Michael.
Nessa década após o acidente que mudou radicalmente a vida de Schumacher, o enigma em torno de seu estado de saúde persiste. O respeito à decisão de manter informações privadas é evidente, enquanto o legado de Schumacher continua a transcender as pistas de corrida, mantendo os fãs e o mundo automobilístico em compasso de espera.
O que se sabe sobre a saúde de Michael Schumacher 10 anos após acidenteFamília mantém segredo sobre estado do piloto desde a queda de esqui que o deixou gravemente ferido na FrançaEsportes2023-12-29T14:52:58.993ZEm um dia que ficou marcado na história da Fórmula 1, em 29 de dezembro de 2013, o mundo recebeu a trágica notícia do acidente de esqui na França, que mudou a vida de Michael Schumacher. Uma década depois, o estado de saúde do ícone do automobilismo permanece um mistério cuidadosamente guardado pela família Schumacher, que reforça seu compromisso inabalável com a privacidade do ex-piloto. As atualizações sobre Schumacher têm sido escassas, com a última informação significativa em setembro de 2019, quando ele foi internado em Paris para um suposto procedimento com células-tronco. O advogado da família, Felix Damm, explicou em outubro deste ano, que a ausência de um "relatório final" sobre a saúde do heptacampeão se deve à constante especulação da mídia e à complexidade de fornecer atualizações constantes. Familiares e amigos próximos, como Jean Todt, ex-presidente da FIA e ex-diretor esportivo da Ferrari, têm acesso autorizado a Schumacher. Todt revelou em julho de 2022 que assiste a corridas de F1 com o heptacampeão, oferecendo uma rara visão do cotidiano privado de Schumi. A esposa de Schumacher, Corinna, desempenha um papel central na proteção da privacidade do marido, limitando visitas e mantendo um controle rigoroso sobre quem pode acessá-lo. Rubens Barrichello, ex-companheiro de equipe de Schumacher na Ferrari, compartilhou em uma entrevista ao Flow Podcast que tentou visitar o heptacampeão, mas teve sua entrada recusada. Barrichello expressou seu desejo sincero de estar ao lado de Schumacher, mas foi informado de que a visita poderia não ser benéfica naquele momento. Ao longo dos anos, outros nomes proeminentes do automobilismo revelaram ter acesso negado a Schumacher. Eddie Jordan, fundador da equipe pela qual Schumacher fez sua estreia na F1, destacou a compreensão da recusa, reconhecendo a necessidade crucial de privacidade e segurança para Michael. Nessa década após o acidente que mudou radicalmente a vida de Schumacher, o enigma em torno de seu estado de saúde persiste. O respeito à decisão de manter informações privadas é evidente, enquanto o legado de Schumacher continua a transcender as pistas de corrida, mantendo os fãs e o mundo automobilístico em compasso de espera.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/esportes/dez-anos-do-acidente-de-michael-schumacher
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