PF detém R$ 789 mil e abre inquéritos por crimes eleitorais
Polícia Federal investiga suspeitas de propaganda irregular e corrupção eleitoral, sobretudo compra de votos
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Felipe Moraes
Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN) monitora eleições em tempo real | Divulgação/Polícia Federal
A Polícia Federal (PF) apreendeu R$ 789 mil em bens e valores, sendo R$ 383 mil em espécie, e instaurou seis inquéritos para investigar suspeitas de crimes eleitorais neste domingo (4), data do primeiro turno das eleições de 2026.
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Em balanço de ações até as 12h30, a PF também informou que lavrou 18 termos circunstanciados de ocorrência (TCs) e conduziu 59 pessoas. Os principais crimes apurados envolvem propaganda irregular e corrupção eleitoral, sobretudo compra de votos.
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Ocorrências foram registradas nos seguintes estados: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, São Paulo e Sergipe.
"A Polícia Federal ressalta que os valores de bens e dinheiro em espécie apresentados neste balanço são preliminares e ainda passarão por validação", reforçou a corporação.
Ao todo, até o início da tarde deste domingo, a PF instaurou 1.293 inquéritos policiais relacionados a crimes eleitorais em 2026. O valor de bens apreendidos ultrapassou R$ 45,6 milhões — R$ 30,2 milhões correspondem a apreensões de dinheiro em espécie.
A Polícia Federal é uma das forças de segurança que integram o Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), que monitora as eleições em tempo real. A estrutura funciona na sede da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Brasília.
Também participam do CICCN os ministérios da Defesa e da Justiça e Segurança Pública (MJSP), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), secretarias estaduais de Segurança Pública, polícias civis e militares e unidades do Corpo de Bombeiros.
PF detém R$ 789 mil e abre inquéritos por crimes eleitoraisPolícia Federal investiga suspeitas de propaganda irregular e corrupção eleitoral, sobretudo compra de votosEleições2026-10-04T16:39:58.614ZA Polícia Federal (PF) apreendeu R$ 789 mil em bens e valores, sendo R$ 383 mil em espécie, e instaurou seis inquéritos para investigar suspeitas de crimes eleitorais neste domingo (4), data do primeiro turno das eleições de 2026. 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! . Em balanço de ações até as 12h30, a PF também informou que lavrou 18 termos circunstanciados de ocorrência (TCs) e conduziu 59 pessoas. Os principais crimes apurados envolvem propaganda irregular e corrupção eleitoral, sobretudo compra de votos. Ocorrências foram registradas nos seguintes estados: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, São Paulo e Sergipe. "A Polícia Federal ressalta que os valores de bens e dinheiro em espécie apresentados neste balanço são preliminares e ainda passarão por validação", reforçou a corporação. Ao todo, até o início da tarde deste domingo, a PF instaurou 1.293 inquéritos policiais relacionados a crimes eleitorais em 2026. O valor de bens apreendidos ultrapassou R$ 45,6 milhões — R$ 30,2 milhões correspondem a apreensões de dinheiro em espécie. A Polícia Federal é uma das forças de segurança que integram o Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), que monitora as eleições em tempo real. A estrutura funciona na sede da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Brasília. Também participam do CICCN os ministérios da Defesa e da Justiça e Segurança Pública (MJSP), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), secretarias estaduais de Segurança Pública, polícias civis e militares e unidades do Corpo de Bombeiros.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/eleicoes/pf-detem-r-789-mil-e-abre-inqueritos-por-crimes-eleitorais