Uso da moeda digital também pode ser uma opção para investimento
Paulo Holland
Criptomoedas são usadas usadas por criminosos porque não precisam de mediação de bancos para transações | Reprodução
A recente valorização do real, que tem ganhado força nos últimos meses, abriu a porta para novas modalidades de investimento. É o caso da Tether (USDT), criptomoeda atrelada ao dólar para efetuar transações internacionais, proteção cambial e dolarização patrimonial. Também conhecidas como stablecoin, elas têm ganhado força. A cotação do USDT é pareada com o dólar, de um para um.
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O mercado cripto brasileiro movimentou, em 2025, mais de R$ 500 bilhões, sendo o USDT responsável por cerca de 65% de todo o volume, superando o Bitcoin como o ativo principal em liquidez e proteção. O Tether foi responsável por R$ 326,89 bilhões.
“Hoje é possível usar as stablecoin para pagar hotéis, viagens e outras formas tradicionais de serviços. Ele visa substituir o sistema swift tradicional, já que é muito mais seguro e barato executar estas transações. É possível acompanhar todas as entradas e saídas”, explica o analista de criptomoedas da Levante Investimentos, Felipe Martorano.
Apesar de majoritariamente ligadas ao dólar, as stablecoin também podem ser pareadas com outros ativos como ouro e euro.
Sem armadilhas para investir
Martorano acredita que qualquer investidor pode utilizar o artifício digital - do mais experiente ao iniciante - com a vantagem de que neste modelo tanto o investidor pessoa física quanto o corporativo pagam taxas reduzidas de transação, tornando-o uma opção atrativa.
“Quando o dólar recua frente ao real, cresce a percepção de oportunidade. Para as empresas, isso aparece na antecipação de pagamentos ao exterior, na formação de caixa em dólar e na proteção de margens. Para a pessoa física, o movimento vem muito ligado à dolarização patrimonial e à busca por um meio mais simples de acessar a moeda americana”, afirma a CEO da Corpx, Amanda Prado.
A executiva acredita que a moeda digital não briga pelo mesmo espaço que a física, que ainda é a opção mais popular especialmente para quem viaja ao exterior. “Na prática, quem já utilizou stablecoins atreladas ao dólar raramente volta aos meios tradicionais”, observa Martorano.
Real valorizado aumenta demanda por dólar digital Uso da moeda digital também pode ser uma opção para investimento Economia2026-04-27T18:40:44.096ZA recente valorização do real, que tem ganhado força nos últimos meses, abriu a porta para novas modalidades de investimento. É o caso da Tether (USDT), criptomoeda atrelada ao dólar para efetuar transações internacionais, proteção cambial e dolarização patrimonial. Também conhecidas como stablecoin, elas têm ganhado força. A cotação do USDT é pareada com o dólar, de um para um. O mercado cripto brasileiro movimentou, em 2025, mais de R$ 500 bilhões, sendo o USDT responsável por cerca de 65% de todo o volume, superando o Bitcoin como o ativo principal em liquidez e proteção. O Tether foi responsável por R$ 326,89 bilhões. “Hoje é possível usar as stablecoin para pagar hotéis, viagens e outras formas tradicionais de serviços. Ele visa substituir o sistema swift tradicional, já que é muito mais seguro e barato executar estas transações. É possível acompanhar todas as entradas e saídas”, explica o analista de criptomoedas da Levante Investimentos, Felipe Martorano. Apesar de majoritariamente ligadas ao dólar, as stablecoin também podem ser pareadas com outros ativos como ouro e euro. Sem armadilhas para investir Martorano acredita que qualquer investidor pode utilizar o artifício digital - do mais experiente ao iniciante - com a vantagem de que neste modelo tanto o investidor pessoa física quanto o corporativo pagam taxas reduzidas de transação, tornando-o uma opção atrativa. “Quando o dólar recua frente ao real, cresce a percepção de oportunidade. Para as empresas, isso aparece na antecipação de pagamentos ao exterior, na formação de caixa em dólar e na proteção de margens. Para a pessoa física, o movimento vem muito ligado à dolarização patrimonial e à busca por um meio mais simples de acessar a moeda americana”, afirma a CEO da Corpx, Amanda Prado. A executiva acredita que a moeda digital não briga pelo mesmo espaço que a física, que ainda é a opção mais popular especialmente para quem viaja ao exterior. “Na prática, quem já utilizou stablecoins atreladas ao dólar raramente volta aos meios tradicionais”, observa Martorano. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/real-valorizado-aumenta-demanda-por-dolar-digital
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