Economia

Ibovespa tem 10º recorde seguido e fica acima de 154 mil pontos; dólar cai a R$ 5,33

Bolsa brasileira sobe 28% em 2025 e é impulsionada por ações da Petrobras; dólar fecha em queda

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Antonio Souza
07/11/2025, 23:40 • Atualizado em 07/11/2025, 23:40
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Ibovespa encerrou a semana com uma sequência de 13 altas consecutivas | B3/ Divulgação

Ibovespa encerrou a semana com uma sequência de 13 altas consecutivas | B3/ Divulgação

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), encerrou a semana com uma sequência de 13 altas consecutivas algo que não acontecia desde 1994.

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Nesta sexta-feira (7), o índice subiu 0,47% e fechou aos 154.063 pontos, fechando o 10º recorde seguido.

Com o desempenho da semana, o Ibovespa acumulou alta de 3,04% nos últimos cinco dias e um ganho total de 28,08% em 2025.

Petrobras impulsiona a Bolsa

As ações da Petrobras voltaram a subir após a divulgação do balanço do terceiro trimestre. Os papéis PETR4 avançaram 3,77%, e as ações PETR3 tiveram alta de 4,83%, após o anúncio do pagamento de R$ 12 bilhões em dividendos.

O desempenho positivo da estatal ajudou a puxar o Ibovespa para o recorde, já que a Petrobras é uma das companhias com maior peso no índice.

Ibovespa resiste à queda em Nova York

Mesmo com a instabilidade nas bolsas dos Estados Unidos, o mercado brasileiro manteve o fôlego.

Em Nova York, o setor de tecnologia, que vinha liderando os ganhos impulsionados pela inteligência artificial (IA), teve uma semana de correções e quedas.

  • S&P 500: +0,13% no dia, -1,69% na semana
  • Nasdaq: -0,22% no dia, -3,04% na semana
  • Dow Jones: +0,16% no dia, -1,21% na semana

Mesmo assim, o Ibovespa seguiu na contramão do cenário global, mostrando resiliência e fluxo positivo de capital estrangeiro.

Dólar em queda

O dólar comercial caiu 0,22%, cotado a R$ 5,33, registrando a terceira queda consecutiva frente ao real.

O movimento foi influenciado pela alta das commodities e pela diferença de juros entre o Brasil e os Estados Unidos, que mantém o país atraente para investidores internacionais.

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