Por volta das 10h30, o principal índice acionário da B3 avançava 1,20%, aos 180.870 pontos, depois de ter subido mais de 1,30%, aos 181.329 pontos, a maior máxima intradiária de sua história.
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O avanço desta manhã acontece em meio à divulgação do IPCA-15 de janeiro, que mostrou alta de 0,20%, abaixo das expectativas do mercado. Na visão de analistas, o dado reforça a leitura de inflação sob controle na margem e pode reacender o apetite por risco, especialmente em ativos domésticos mais sensíveis à trajetória de juros.
Na avaliação de Pablo Spyer, conselheiro da Ancord, o IPCA-15 confirma uma inflação ainda controlada na margem, mas traz alertas importantes na composição. Apesar do alívio pontual vindo das passagens aéreas, os núcleos seguem resilientes, especialmente em serviços subjacentes e bens industrializados, o que reforça uma postura cautelosa do Banco Central.
Para ele, o dado sustenta a expectativa de manutenção da Selic na reunião desta quarta-feira (28), afastando, por ora, a discussão de cortes no curto prazo.
Já Rodrigo Marques, economista-chefe da Nest Asset Management, destaca que, embora os núcleos tenham vindo quantitativamente piores, a trajetória de desinflação permanece. Com isso, a casa mantém o cenário de início de cortes na Selic, com uma redução de 25 pontos-base em março.
Na véspera, o Ibovespa havia fechado praticamente estável, em leve queda de 0,08%, aos 178.720 pontos, em um movimento típico de realização de lucros após uma escalada intensa nas últimas semanas.
O índice também volta a ser sustentado pelo fluxo estrangeiro, na avaliação de operadores, que segue dando suporte ao mercado acionário local.
Ibovespa retoma fôlego e bate novo recorde, aos 181 mil pontosO principal índice acionário da B3 renovou o recorde intradiário nesta terça-feira, 27, ao atingir os 181.329 pontosEconomia2026-01-27T14:51:19.977ZDepois de um pregão de acomodação na véspera, o logo na abertura e renovando máximas históricas. O movimento marca a retomada do rali recente da bolsa brasileira, que havia sido interrompido na segunda-feira (26), após quatro sessões consecutivas de recordes. Por volta das 10h30, o principal índice acionário da B3 avançava 1,20%, aos 180.870 pontos, depois de ter subido mais de 1,30%, aos 181.329 pontos, a maior máxima intradiária de sua história. O avanço desta manhã acontece em meio à divulgação do IPCA-15 de janeiro, que mostrou alta de 0,20%, abaixo das expectativas do mercado. Na visão de analistas, o dado reforça a leitura de inflação sob controle na margem e pode reacender o apetite por risco, especialmente em ativos domésticos mais sensíveis à trajetória de juros. Na avaliação de Pablo Spyer, conselheiro da Ancord, o IPCA-15 confirma uma inflação ainda controlada na margem, mas traz alertas importantes na composição. Apesar do alívio pontual vindo das passagens aéreas, os núcleos seguem resilientes, especialmente em serviços subjacentes e bens industrializados, o que reforça uma postura cautelosa do Banco Central. Para ele, o dado sustenta a expectativa de manutenção da Selic na reunião desta quarta-feira (28), afastando, por ora, a discussão de cortes no curto prazo. Já Rodrigo Marques, economista-chefe da Nest Asset Management, destaca que, embora os núcleos tenham vindo quantitativamente piores, a trajetória de desinflação permanece. Com isso, a casa mantém o cenário de início de cortes na Selic, com uma redução de 25 pontos-base em março. Fluxo estrangeiro Na véspera, o Ibovespa havia fechado praticamente estável, em leve queda de 0,08%, aos 178.720 pontos, em um movimento típico de realização de lucros após uma escalada intensa nas últimas semanas. O índice também volta a ser sustentado pelo fluxo estrangeiro, na avaliação de operadores, que segue dando suporte ao mercado acionário local. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/ibovespa-retoma-folego-e-bate-novo-recorde-aos-181-mil-pontos
Petista acusa ministro Kassio Nunes Marques, que mandou retirar do ar canal de WhatsApp com mais de 3,3 milhões de seguidores, de beneficiar Flávio Bolsonaro
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