Custo de vida na Região Metropolitana de SP cai 0,21% em agosto
Resultado foi influenciado pela deflação nos segmentos de alimentação e habitação
Camila Stucaluc
09/10/2025, 05:53 • Atualizado em 09/10/2025, 05:53
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Pessoas caminhando na 25 de março, em São Paulo | Agência Brasil
O custo de vida na Região Metropolitana de São Paulodiminuiu em agosto. É o que aponta uma nova pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), que contabilizou queda de 0,21% nas atividades na região, atingido mais os lares com maior poder aquisitivo.
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Segundo o estudo, o resultado foi influenciado, sobretudo, pela deflação no grupo de alimentação e bebidas (0,19%), cujos itens pesam mais no orçamento dos consumidores. O mesmo ocorreu com o setor de habitação, que registrou recuou 0,09% no mês – resultado do bônus na conta de energia elétrica.
Entre os demais grupos, a educação exerceu a maior pressão de alta em agosto, com variação de 1,12%. Os reajustes foram puxados principalmente por cursos de idioma (2,8%) e ensino superior (2,6%). Em seguida, o vestuário apresentou elevação de 0,83%, com maiores reajustes observados na camisa infantil (3,8%) e no sapato feminino (2,6%).
Na análise por faixa de renda, as famílias dos estratos mais altos foram as mais impactadas em agosto: a classe A apontou alta de 0,26% no custo de vida, enquanto a classe B, uma expansão de 0,29%. Já a classe E registrou alta de 0,05% e a classe D, de 0,02%.
Quando visto o acumulado dos últimos 12 meses, o custo de vida foi mais elevado para as classes de menor poder aquisitivo, com altas de 6,56%, na classe E, e 6,47%, na classe D. Entre as classes mais altas, as variações ficaram em 5,41%, para a classe B, e 5,46%, para a classe A. Essa diferença ocorre porque, nas famílias de menor renda, os gastos se concentram nos grupos de despesas que têm maior peso no orçamento.
Custo de vida na Região Metropolitana de SP cai 0,21% em agostoResultado foi influenciado pela deflação nos segmentos de alimentação e habitaçãoEconomia2025-10-09T05:53:00.000ZO custo de vida na Região Metropolitana de São Paulo diminuiu em agosto. É o que aponta uma nova pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), que contabilizou queda de 0,21% nas atividades na região, atingido mais os lares com maior poder aquisitivo. Segundo o estudo, o resultado foi influenciado, sobretudo, pela deflação no grupo de alimentação e bebidas (0,19%), cujos itens pesam mais no orçamento dos consumidores. O mesmo ocorreu com o setor de habitação, que registrou recuou 0,09% no mês – resultado do bônus na conta de energia elétrica. Entre os demais grupos, a educação exerceu a maior pressão de alta em agosto, com variação de 1,12%. Os reajustes foram puxados principalmente por cursos de idioma (2,8%) e ensino superior (2,6%). Em seguida, o vestuário apresentou elevação de 0,83%, com maiores reajustes observados na camisa infantil (3,8%) e no sapato feminino (2,6%). Na análise por faixa de renda, as famílias dos estratos mais altos foram as mais impactadas em agosto: a classe A apontou alta de 0,26% no custo de vida, enquanto a classe B, uma expansão de 0,29%. Já a classe E registrou alta de 0,05% e a classe D, de 0,02%. Quando visto o acumulado dos últimos 12 meses, o custo de vida foi mais elevado para as classes de menor poder aquisitivo, com altas de 6,56%, na classe E, e 6,47%, na classe D. Entre as classes mais altas, as variações ficaram em 5,41%, para a classe B, e 5,46%, para a classe A. Essa diferença ocorre porque, nas famílias de menor renda, os gastos se concentram nos grupos de despesas que têm maior peso no orçamento.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/custo-de-vida-na-regiao-metropolitana-de-sp-cai-0-21-em-agosto