Polícia investiga morte de PM morto com tiro na cabeça
Agentes trabalham com três hipóteses: latrocínio, execução e até crime passional. Caso aconteceu em SP

Carro de polícia com sirene ligada em rua durante a noite
Agora, a polícia investiga as motivações do crime. Os dois foram abordados por criminosos e levados a um matagal na cidade de Itaquaquecetuba. Lá, os bandidos mataram o PM e atingiram Adriana Prata Vieira, 37 anos. Ela desmaiou e, quando acordou, os bandidos já tinham fugido com o carro do policial. O carro foi localizado a poucos metros do local do crime.
Adriana chegou a pedir ajuda em um condomínio e um helicóptero da PM fez buscas na região, chegando ao corpo de Felipe. O agente estava baleado e inconsciente, foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
Amigo do policial morto, o ex-marido de Adriana ainda vivia com a mulher, mas não sabia que ela estava tendo um relacionamento com Felipe. Ele prestou depoimento e a polícia, agora, trabalha com três linhas de investigação: execução, latrocínio e até crime passional. O caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).















