Jornalismo

Em novo acordo, Rússia e Ucrânia trocam mais de 200 prisioneiros de guerra

Militares foram enviados de volta aos países e deverão passar por acompanhamento psicológico

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Camila Stucaluc
11/04/2023, 08:03 • Atualizado em 31/10/2023, 17:46
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Troca de prisioneiros vem aumentando entre os países | Reprodução/Twitter AndriyYermak

Troca de prisioneiros vem aumentando entre os países | Reprodução/Twitter AndriyYermak

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Os governos da Rússia e da Ucrânia realizaram, na 2ª feira (10.abr), a troca de mais de 200 prisioneiros de guerra. Segundo o Ministério de Defesa de Moscou, 106 militares foram devolvidos do território controlado por Kiev, enquanto 100 ucranianos, incluindo militares e guardas de fronteiras, foram enviados de volta ao país.

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Em nota, a pasta russa informou que os resgatados receberão assistência médica e psicológica. O Quartel-General de Coordenação do Tratamento de Prisioneiros de Guerra da Ucrânia, por sua vez, disse que quase metade dos presos libertados estavam com ferimentos graves ou doenças. Alguns também foram torturados.

"Estamos trabalhando incansavelmente para recuperar todos, pois as pessoas são o principal valor da Ucrânia. Foi uma troca difícil. Agradeço a toda a equipa, ao Quartel-General de Coordenação, por cada um fazer o que muitos julgam ser impossível", disse o chefe do gabinete presidencial da Ucrânia, Andriy Yermak.

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A troca de prisioneiros vem aumentando entre os países. Em fevereiro, quase 200 prisioneiros de guerra foram trocados por mediação dos Emirados Árabes Unidos. Já em setembro do ano passado, os países anunciaram a troca de quase 300 detidos, um dos maiores números já registrados desde o início do conflito. 

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