Zuenir Ventura, escritor e membro da ABL, morre aos 95 anos
Jornalista e escritor morreu nesta terça-feira (22), em decorrência de uma pneumonia
SBT News
Zuenir Ventura, imortal da ABL, morre aos 95 anos. | Wikimedia Commons/Elza Fiúza/ABr
O jornalista e escritor Zuenir Ventura morreu em casa aos 95 anos, nesta terça-feira (22). A morte foi confirmada pela Academia Brasileira de Letras (ABL), que disse que a morte ocorreu em decorrência de uma pneumonia.
O jornalista será velado nesta quarta-feira (23) na Academia Brasileira de Letras e enterrado no mausoléu da ABL, no Cemitério São João Batista.
Membro da ABL, Zuenir nasceu em Além Paraíba, em Minas Gerais, em 1931, e construiu uma carreira de décadas no jornalismo e na literatura. Ele passou por veículos como Tribuna da Imprensa, Correio da Manhã, O Cruzeiro, Visão, Veja, IstoÉ, Jornal do Brasil e O Globo.
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Na década de 1960, Zuenir começou a atuar como repórter e também lecionou por décadas na área de comunicação. Entre os trabalhos mais conhecidos está o livro “1968 — O ano que não terminou”, lançado em 1988, no qual revisitou os acontecimentos políticos e culturais daquele período.
O jornalista também se destacou por reportagens sobre questões sociais brasileiras. Em 1989, produziu uma série sobre o assassinato do seringueiro e líder ambientalista Chico Mendes, trabalho que recebeu os prêmios Esso e Vladimir Herzog de Jornalismo.
Em 2014, Zuenir foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, ocupando a Cadeira nº 32, que havia pertencido ao escritor Ariano Suassuna. Na instituição, foi recebido por Cleonice Berardinelli, sua antiga professora na faculdade.
Ao longo da carreira, recebeu diversas homenagens. Em 2008, foi reconhecido pela ONU por sua contribuição à defesa dos direitos humanos no Brasil. Em 2010, foi eleito jornalista do ano pela Associação dos Correspondentes Estrangeiros.
Zuenir Ventura, escritor e membro da ABL, morre aos 95 anosJornalista e escritor morreu nesta terça-feira (22), em decorrência de uma pneumoniaBrasil2026-09-22T13:33:59.255ZO jornalista e escritor Zuenir Ventura morreu em casa aos 95 anos, nesta terça-feira (22). A morte foi confirmada pela Academia Brasileira de Letras (ABL), que disse que a morte ocorreu em decorrência de uma pneumonia. O jornalista será velado nesta quarta-feira (23) na Academia Brasileira de Letras e enterrado no mausoléu da ABL, no Cemitério São João Batista. Membro da ABL, Zuenir nasceu em Além Paraíba, em Minas Gerais, em 1931, e construiu uma carreira de décadas no jornalismo e na literatura. Ele passou por veículos como Tribuna da Imprensa, Correio da Manhã, O Cruzeiro, Visão, Veja, IstoÉ, Jornal do Brasil e O Globo. Na década de 1960, Zuenir começou a atuar como repórter e também lecionou por décadas na área de comunicação. Entre os trabalhos mais conhecidos está o livro “1968 — O ano que não terminou”, lançado em 1988, no qual revisitou os acontecimentos políticos e culturais daquele período. O jornalista também se destacou por reportagens sobre questões sociais brasileiras. Em 1989, produziu uma série sobre o assassinato do seringueiro e líder ambientalista Chico Mendes, trabalho que recebeu os prêmios Esso e Vladimir Herzog de Jornalismo. Em 2014, Zuenir foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, ocupando a Cadeira nº 32, que havia pertencido ao escritor Ariano Suassuna. Na instituição, foi recebido por Cleonice Berardinelli, sua antiga professora na faculdade. Ao longo da carreira, recebeu diversas homenagens. Em 2008, foi reconhecido pela ONU por sua contribuição à defesa dos direitos humanos no Brasil. Em 2010, foi eleito jornalista do ano pela Associação dos Correspondentes Estrangeiros. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/zuenir-ventura-escritor-e-membro-da-abl-morre-aos-95-anos
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