True Crime: delegado revela detalhes do caso Farah
Delegado Ítalo Miranda conta como a polícia descobriu o assassinato de Maria do Carmo Alves
Fabio Diamante, Robinson Cerantula
Um dos crimes mais brutais e chocantes da história de São Paulo é tema do novo episódio do podcast True Crime, do SBT News. Em 2003, o médico Farah Jorge Farah matou e esquartejou a dona de casa Maria do Carmo Alves dentro da própria clínica. O delegado Ítalo Miranda, responsável pela investigação do caso, é o convidado do programa.
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Depois de matar a vítima, Farah colocou o corpo de Maria do Carmo no porta-malas e se internou em uma clínica psiquiátrica. Uma sobrinha dele procurou a polícia, três dias depois. “Quando encontramos o corpo, em sacos de lixo, no porta-malas do carro dele, dei a ordem pra que um investigador fosse até a clínica. Ele estava em flagrante pelo crime de ocultação de cadáver”, disse o delegado. Já na delegacia, o médico afirmou ter sofrido um apagão e não se lembrar do que havia acontecido.
O delegado Ítalo Miranda é o convidado do True Crime | SBT News
A investigação apontou uma relação conturbada entre assassino e vítima. Segundo a Polícia, Maria do Carmo era paciente de Farah e teria ficado com sequelas após uma cirurgia plástica. Ela buscava uma reparação e, de acordo com a investigação, chegou a fazer quase 4 mil ligações para o consultório do médico em apenas um mês. “Ela fazia o papel de uma espécie de líder de outras mulheres que também ficaram com sequelas, em procedimentos feitos por Farah”, disse o delegado, que ouviu algumas das mulheres. “Ele era um psiquiatra, que participou de um seminário de cirurgia plástica e saiu operando pessoas sem ter a menor condição pra isso”, completou.
A defesa de Farah apresentou outra versão. Os advogados afirmavam que médico e paciente tiveram um relacionamento amoroso e que o crime teria sido motivado pela perseguição. Farah ficou preso por quatro anos, mas acabou sendo solto devido à demora do julgamento. Em liberdade, foi levado duas vezes ao Tribunal do Júri e condenado a 14 anos e oito meses de prisão.
Quatorze anos depois do crime, a polícia foi até a casa do médico para cumprir o mandado de prisão. Farah estava com roupas de mulher, havia implantado silicone no peito e nas nádegas. Mas ele não foi preso. O médico se matou quando policiais cercaram a residência.
True Crime: delegado revela detalhes do caso FarahDelegado Ítalo Miranda conta como a polícia descobriu o assassinato de Maria do Carmo AlvesBrasil2026-09-05T17:00:00.000ZUm dos crimes mais brutais e chocantes da história de São Paulo é tema do novo episódio do podcast True Crime, do SBT News. Em 2003, o médico Farah Jorge Farah matou e esquartejou a dona de casa Maria do Carmo Alves dentro da própria clínica. O delegado Ítalo Miranda, responsável pela investigação do caso, é o convidado do programa. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Depois de matar a vítima, Farah colocou o corpo de Maria do Carmo no porta-malas e se internou em uma clínica psiquiátrica. Uma sobrinha dele procurou a polícia, três dias depois. “Quando encontramos o corpo, em sacos de lixo, no porta-malas do carro dele, dei a ordem pra que um investigador fosse até a clínica. Ele estava em flagrante pelo crime de ocultação de cadáver”, disse o delegado. Já na delegacia, o médico afirmou ter sofrido um apagão e não se lembrar do que havia acontecido. A investigação apontou uma relação conturbada entre assassino e vítima. Segundo a Polícia, Maria do Carmo era paciente de Farah e teria ficado com sequelas após uma cirurgia plástica. Ela buscava uma reparação e, de acordo com a investigação, chegou a fazer quase 4 mil ligações para o consultório do médico em apenas um mês. “Ela fazia o papel de uma espécie de líder de outras mulheres que também ficaram com sequelas, em procedimentos feitos por Farah”, disse o delegado, que ouviu algumas das mulheres. “Ele era um psiquiatra, que participou de um seminário de cirurgia plástica e saiu operando pessoas sem ter a menor condição pra isso”, completou. A defesa de Farah apresentou outra versão. Os advogados afirmavam que médico e paciente tiveram um relacionamento amoroso e que o crime teria sido motivado pela perseguição. Farah ficou preso por quatro anos, mas acabou sendo solto devido à demora do julgamento. Em liberdade, foi levado duas vezes ao Tribunal do Júri e condenado a 14 anos e oito meses de prisão. Quatorze anos depois do crime, a polícia foi até a casa do médico para cumprir o mandado de prisão. Farah estava com roupas de mulher, havia implantado silicone no peito e nas nádegas. Mas ele não foi preso. O médico se matou quando policiais cercaram a residência.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/true-crime-delegado-revela-detalhes-do-caso-farah
Narrativa sobre o relatório, de que não haveria indícios de crime nas conversas entre ambos, foi publicada por perfis nas redes, inclusive o do deputado
Segundo a plataforma Google Trends, pesquisas sobre candidatos cresceram e disputa presidencial concentra quatro em cada dez consultas sobre concorrentes