STF fecha maioria para manutenção da prisão de Robinho, condenado por estupro na Itália
Placar em plenário virtual do STF está em 6 a 1; ministros negam pedido de habeas corpus proposto pela defesa do ex-jogador
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Vicklin Moraes
Robinho | Reprodução
Os ministros André Mendonça, Cristiano Zanin e Edson Fachin votaram nesta quinta-feira (28) pela manutenção da prisão do ex-jogador Robinho, condenado na Itália a nove anos de prisão por estupro. Com os votos, o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para mantê-lo preso.
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Até o momento, o placar está em 6 a 1 pela manutenção da prisão: Luiz Fux, relator do caso, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, André Mendonça, Cristiano Zanin e Edson Fachin votaram contra a libertação, enquanto Gilmar Mendes divergiu. O julgamento termina nesta sexta-feira(29).
O crime ocorreu em janeiro de 2013, em uma boate chamada Sio Café, em Milão, quando Robinho jogava pelo Milan. Segundo a Justiça italiana, ele e outros cinco homens estupraram uma jovem de origem albanesa.
A condenação em primeira instância ocorreu em 2017, quando Robinho já atuava no Atlético-MG. Em 2022, a sentença foi confirmada pela terceira e última instância, com a fixação da pena de nove anos de prisão. Ricardo Falco, amigo do ex-jogador, também foi condenado. Os outros quatro envolvidos deixaram a Itália durante as investigações e nunca foram processados.
Inicialmente, a Itália solicitou a extradição de Robinho, mas a Constituição brasileira proíbe a extradição de brasileiros natos. Diante disso, o governo italiano pediu a homologação da sentença, permitindo que o ex-atleta cumprisse a pena no Brasil.
O pedido foi aceito pela Justiça brasileira, o que levou à prisão de Robinho em março de 2024, em Santos, no litoral paulista.
STF fecha maioria para manutenção da prisão de Robinho, condenado por estupro na Itália Placar em plenário virtual do STF está em 6 a 1; ministros negam pedido de habeas corpus proposto pela defesa do ex-jogador Brasil2025-08-28T22:47:52.411ZOs ministros André Mendonça, Cristiano Zanin e Edson Fachin votaram nesta quinta-feira (28) pela manutenção da prisão do ex-jogador Robinho, condenado na Itália a nove anos de prisão por estupro. Com os votos, o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para mantê-lo preso. Nesta quinta-feira(28), o . O julgamento ocorre em plenário virtual e analisa um habeas corpus da defesa, que tenta suspender a execução da pena determinada pela Justiça italiana. Até o momento, o placar está em 6 a 1 pela manutenção da prisão: Luiz Fux, relator do caso, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, André Mendonça, Cristiano Zanin e Edson Fachin votaram contra a libertação, enquanto Gilmar Mendes divergiu. O julgamento termina nesta sexta-feira(29). Relembre caso O crime ocorreu em janeiro de 2013, em uma boate chamada Sio Café, em Milão, quando Robinho jogava pelo Milan. Segundo a Justiça italiana, ele e outros cinco homens estupraram uma jovem de origem albanesa. A condenação em primeira instância ocorreu em 2017, quando Robinho já atuava no Atlético-MG. Em 2022, a sentença foi confirmada pela terceira e última instância, com a fixação da pena de nove anos de prisão. Ricardo Falco, amigo do ex-jogador, também foi condenado. Os outros quatro envolvidos deixaram a Itália durante as investigações e nunca foram processados. Inicialmente, a Itália solicitou a extradição de Robinho, mas a Constituição brasileira proíbe a extradição de brasileiros natos. Diante disso, o governo italiano pediu a homologação da sentença, permitindo que o ex-atleta cumprisse a pena no Brasil. O pedido foi aceito pela Justiça brasileira, o que levou à prisão de Robinho em março de 2024, em Santos, no litoral paulista.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/stf-fecha-maioria-para-manutencao-da-prisao-de-robinho