Brasil

STF analisa mudança na regra sobre votos de ministros aposentados

Alteração poderia abrir espaço para entendimento dos ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino, indicados por Lula ao Supremo

S
SBT News
Foto: Antonio Augusto/STF

Foto: Antonio Augusto/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) pode rever uma regra que mantém válidos os votos de ministros aposentados em temas que retornem para discussão no plenário presencial. Com a regra de 2022, proposta pelo ministro Alexandre de Moraes, os votos continuam valendo mesmo após a aposentadoria do magistrado.

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.

Siga no Google Discover

Se a mudança foi aprovada, os votos dados por ministros que saíram da corte - tanto no plenário virtual como no plenário físico - em julgamentos não concluídos, poderão ser substituídos pelos novos ministros indicados.

A mudança pode fazer com que novos ministros, como Cristiano Zanin e Flávio Dino, indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), possam fazer valer seus entendimentos sobre algum tema polêmico, sobre votos dos aposentados. Isso poderia impactar, por exemplo, ações como a da descriminalização do aborto, pautada por Rosa Weber, em 2023. O substituto dela, Flávio Dino, tem outro entendimento sobre o tema.

Segundo o regimento interno do STF, quando um julgamento é reiniciado, o voto daquele que se afastou deve ser mantido. Em 2022, a regra também passou a valer para casos transferidos do ambiente virtual para o presencial.

"Uma vez dado, deve ser mantido o voto do ministro que já proferiu e que não pode debater e defender o seu voto", argumentou Moraes na época.

O pedido de mudança da regra ainda não foi formalizado.

Leia mais

Ver tudo
Imagem da notícia: EUA suspendem agendamento de vistos no mundo

EUA suspendem agendamento de vistos no mundo

Imagem da notícia: Caiado pede ao STF fim de sigilo em casos INSS e Master

Caiado pede ao STF fim de sigilo em casos INSS e Master

Imagem da notícia: Caiado rejeita mexer no salário mínimo ou aposentadoria

Caiado rejeita mexer no salário mínimo ou aposentadoria

Imagem da notícia: 8/1: Caiado promete anistia ampla e irrestrita a envolvidos

8/1: Caiado promete anistia ampla e irrestrita a envolvidos

Imagem da notícia: EUA suspendem agendamento de vistos no mundo

EUA suspendem agendamento de vistos no mundo

Imagem da notícia: Caiado pede ao STF fim de sigilo em casos INSS e Master

Caiado pede ao STF fim de sigilo em casos INSS e Master

Imagem da notícia: Caiado rejeita mexer no salário mínimo ou aposentadoria

Caiado rejeita mexer no salário mínimo ou aposentadoria

Imagem da notícia: 8/1: Caiado promete anistia ampla e irrestrita a envolvidos

8/1: Caiado promete anistia ampla e irrestrita a envolvidos

Últimas notícias

Quaest mostra Lula e Flávio empatados com 30% em SP

Presidente tem de 29% a 30% das intenções de voto, a depender da presença de Pablo Marçal no pleito; senador tinha 34% em julho e agora tem 30%

Mendonça propõe tratar vídeos realistas de IA como deepfakes

Ministro do TSE quer enquadrar conteúdos de IA capazes de criar falsa percepção de autenticidade entre eleitores

Documentos revelam racha por contrato de iluminação em SP

Atas obtidas pelo SBT mostram pressão interna pela retomada da licitação e troca da empresa que opera a iluminação pública da capital paulista

Quaest MS: Riedel tem 40%; Trad 13%; Amaral 8%

No segundo turno, o atual governador Eduardo Riedel (PP) tem uma margem de 37 pontos percentuais à frente de seu principal competidor, Fábio Trad (PT)

Bolsonaro pede 90 dias para transferir titularidade de armas

Advogados do ex-presidente, no entanto, não se opõem ao envio dos armamentos ao Exército, como sugerido pela PGR

Quaest MT: Fagundes tem 27% e Pivetta, 23% no 1º turno

No segundo turno, senador venceria o atual governador por 38% a 29%; para o Senado, Mauro Mendes (União) tem 24% e Janaína Riva (MDB), 18%