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Sobe para 26 o número de mortos pelas fortes chuvas em Minas Gerais

Inmet emitiu alerta laranja para chuvas intensas no estado, com risco de chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora, além de ventos intensos

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Escavadeiras tiram lama acumulada nas vias de Ipatinga, Minas Gerais | Divulgação
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Subiu para 26 o número de mortos em Minas Gerais em decorrência das fortes chuvas que castigam o estado desde setembro de 2024. A última vítima é uma mulher idosa que teve o corpo encontrado à beira de um córrego no município de Serro, na região do Vale do Jequitinhonha, na segunda-feira (13).

Segundo a Defesa Civil, o corpo apresentava sinais de afogamento e as investigações apontam que a idosa tentou atravessar o córrego e foi arrastada pelas águas.

Segundo o órgão, o município foi atingido por fortes chuvas durante a madrugada, o que também causou queda temporária de energia e a obstrução parcial da rodovia MG-010, na altura do quilômetro 233. As chuvas também deixaram 13 pessoas desalojadas e outras três desabrigadas na cidade.

Desde 27 de setembro, que marca o início do período chuvoso, dez pessoas morreram em Ipatinga, três perderam a vida em Ipanema e outras duas morreram em Raul Soares, enquanto os municípios de Uberlândia, Maripá de Minas, Coronel Pacheco, Nepomuceno, Capinópolis, Alterosa, Carangola, Tombos, Santana do Paraíso, Glaucilândia e Serro tiveram uma vítima cada.

Neste período, 354 pessoas ficaram desabrigadas em razão das chuvas. Todas elas precisaram de abrigo público ou habitação temporária em função de danos ou ameaça de danos em seus domicílios. Já o número de pessoas desalojadas, ou seja, que precisaram sair de seus domicílios e se abrigar em casa de familiares ou amigos, chegou a 3.270.

Entre as cidades mineiras com maior número de desalojados, estão: Espinosa, no Norte do estado, com 1.023; Santana do Paraíso, no Vale do Aço, com 528; e Ipatinga, também no Vale do Aço, com 144.

O Inmet alerta para o risco de chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora, além de ventos intensos, que podem ir de 60 a 100 quilômetros de hora. Há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

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