Sob esquema especial de segurança, Marcola passa por exame em hospital de Brasília
Marco Willians Herbas Camacho foi levado ao Hospital de Base do Distrito Federal; operação foi conduzida por agentes da Polícia Penal, com apoio da PMDF
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SBT News
05/06/2025, 15:12 • Atualizado em 05/06/2025, 15:34
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Marcola | Reprodução
Sob esquema especial de segurança, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, passou por exame de ressonância magnética no joelho na manhã desta quinta-feira (5), no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), na área central de Brasília.
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A operação para levar o líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), atualmente preso na Penitenciária Federal em Brasília, foi conduzida pela Polícia Penal Federal (PPF) e teve apoio da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), como é possível ver em imagens divulgadas por autoridades policiais.
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), que administra o HBDF, afirmou que atendimento a Marcola "foi realizado dentro do cronograma habitual do hospital, sem qualquer impacto na rotina assistencial". "Apesar do aparato de segurança ter chamado a atenção de pacientes e acompanhantes, o funcionamento da unidade seguiu normalmente, com o atendimento ao público preservado", disse.
Em nota, a Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), informou que "por questões de segurança, não "fornece dados relacionados a deslocamentos de pessoas custodiadas no Sistema Penitenciário Federal".
Esquema de segurança para levar Marcola a hospital em Brasília | Reprodução
"Ressalta-se que todos os deslocamentos seguem os protocolos estabelecidos pelo próprio sistema, com rigorosos padrões de segurança", completou a secretaria.
Bruno Ferullo, advogado de Marcola, explicou em comunicado à imprensa que exame foi "previamente solicitado pelo médico ortopedista com o objetivo de avaliar quadro clínico que demanda acompanhamento especializado". "Trata-se de medida de cunho estritamente médico, conforme orientação profissional, após uma torção no joelho quando realizava atividade física", completou.
Leia nota da Senappen:
"A Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) informa que, por questões de segurança, não fornece dados relacionados a deslocamentos de pessoas custodiadas no Sistema Penitenciário Federal. Ressalta-se que todos os deslocamentos seguem os protocolos estabelecidos pelo próprio sistema, com rigorosos padrões de segurança."
Leia nota do Iges-DF:
"O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) informa que, nesta quinta-feira (05/06), o custodiado realizou exames de rotina no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), procedimento que ocorre anualmente. Por se tratar de um preso federal, a operação foi conduzida com protocolo especial de segurança e isolamento, sob responsabilidade das autoridades competentes.
O atendimento foi realizado dentro do cronograma habitual do hospital, sem qualquer impacto na rotina assistencial. Apesar do aparato de segurança ter chamado a atenção de pacientes e acompanhantes, o funcionamento da unidade seguiu normalmente, com o atendimento ao público preservado.
Esclarecemos que, por normas em vigor, o Instituto é impedido de informar a veículos de comunicação social o estado de saúde e os dados pessoais de pacientes sob cuidados em unidades administradas pelo órgão, no caso o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o Hospital Cidade do Sol (HSol) e 13 unidades de pronto atendimento (UPAs).
É uma posição sustentada em regras estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), exceto se houver anuência do próprio paciente ou de familiares até o quarto grau. Isso está previsto na Resolução nº 1.638/2002 do CFM, que considera tais dados de “caráter legal, sigiloso e científico” incluídos no prontuário médico.
O sigilo também é protegido pelo Código de Ética Médica (Resolução CFM n.º 1.246/88), cujo artigo 102 fixa a seguinte vedação: 'Revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por justa causa, dever legal ou autorização expressa do paciente'.
Segundo a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que no Brasil é a Lei n.º 13.709/2018, os hospitais são obrigados a manter a confidencialidade das informações dos pacientes, a menos que haja uma autorização explícita do paciente ou uma base legal específica que permita a divulgação, como em casos de interesse público ou obrigação legal."
Leia nota da defesa de Marcola:
"Bruno Ferullo, advogado de Marco Willians Herbas Camacho informa que, na data de hoje, Marco compareceu ao hospital para a realização de exame de ressonância magnética no joelho, previamente solicitado pelo médico ortopedista com o objetivo de avaliar quadro clínico que demanda acompanhamento especializado.
Trata-se de medida de cunho estritamente médico, conforme orientação profissional, após uma torção no joelho quando realizava atividade física.
A defesa permanece à disposição para prestar os esclarecimentos que se fizerem necessários."
Sob esquema especial de segurança, Marcola passa por exame em hospital de BrasíliaMarco Willians Herbas Camacho foi levado ao Hospital de Base do Distrito Federal; operação foi conduzida por agentes da Polícia Penal, com apoio da PMDFBrasil2025-06-05T15:12:13.272ZSob esquema especial de segurança, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, passou por exame de ressonância magnética no joelho na manhã desta quinta-feira (5), no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), na área central de Brasília. A operação para levar o líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), atualmente preso na Penitenciária Federal em Brasília, foi conduzida pela Polícia Penal Federal (PPF) e teve apoio da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), como é possível ver em imagens divulgadas por autoridades policiais. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), que administra o HBDF, afirmou que atendimento a Marcola "foi realizado dentro do cronograma habitual do hospital, sem qualquer impacto na rotina assistencial". "Apesar do aparato de segurança ter chamado a atenção de pacientes e acompanhantes, o funcionamento da unidade seguiu normalmente, com o atendimento ao público preservado", disse. Em nota, a Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), informou que "por questões de segurança, não "fornece dados relacionados a deslocamentos de pessoas custodiadas no Sistema Penitenciário Federal". "Ressalta-se que todos os deslocamentos seguem os protocolos estabelecidos pelo próprio sistema, com rigorosos padrões de segurança", completou a secretaria. Bruno Ferullo, advogado de Marcola, explicou em comunicado à imprensa que exame foi "previamente solicitado pelo médico ortopedista com o objetivo de avaliar quadro clínico que demanda acompanhamento especializado". "Trata-se de medida de cunho estritamente médico, conforme orientação profissional, após uma torção no joelho quando realizava atividade física", completou. Leia nota da Senappen: "A Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) informa que, por questões de segurança, não fornece dados relacionados a deslocamentos de pessoas custodiadas no Sistema Penitenciário Federal. Ressalta-se que todos os deslocamentos seguem os protocolos estabelecidos pelo próprio sistema, com rigorosos padrões de segurança." Leia nota do Iges-DF: "O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) informa que, nesta quinta-feira (05/06), o custodiado realizou exames de rotina no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), procedimento que ocorre anualmente. Por se tratar de um preso federal, a operação foi conduzida com protocolo especial de segurança e isolamento, sob responsabilidade das autoridades competentes. O atendimento foi realizado dentro do cronograma habitual do hospital, sem qualquer impacto na rotina assistencial. Apesar do aparato de segurança ter chamado a atenção de pacientes e acompanhantes, o funcionamento da unidade seguiu normalmente, com o atendimento ao público preservado. Esclarecemos que, por normas em vigor, o Instituto é impedido de informar a veículos de comunicação social o estado de saúde e os dados pessoais de pacientes sob cuidados em unidades administradas pelo órgão, no caso o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o Hospital Cidade do Sol (HSol) e 13 unidades de pronto atendimento (UPAs). É uma posição sustentada em regras estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), exceto se houver anuência do próprio paciente ou de familiares até o quarto grau. Isso está previsto na Resolução nº 1.638/2002 do CFM, que considera tais dados de “caráter legal, sigiloso e científico” incluídos no prontuário médico. O sigilo também é protegido pelo Código de Ética Médica (Resolução CFM n.º 1.246/88), cujo artigo 102 fixa a seguinte vedação: 'Revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por justa causa, dever legal ou autorização expressa do paciente'. Segundo a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que no Brasil é a Lei n.º 13.709/2018, os hospitais são obrigados a manter a confidencialidade das informações dos pacientes, a menos que haja uma autorização explícita do paciente ou uma base legal específica que permita a divulgação, como em casos de interesse público ou obrigação legal." Leia nota da defesa de Marcola: "Bruno Ferullo, advogado de Marco Willians Herbas Camacho informa que, na data de hoje, Marco compareceu ao hospital para a realização de exame de ressonância magnética no joelho, previamente solicitado pelo médico ortopedista com o objetivo de avaliar quadro clínico que demanda acompanhamento especializado. Trata-se de medida de cunho estritamente médico, conforme orientação profissional, após uma torção no joelho quando realizava atividade física. A defesa permanece à disposição para prestar os esclarecimentos que se fizerem necessários."São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/sob-esquema-especial-de-seguranca-marcola-passa-por-exame-em-hospital-de-brasilia