Repórter brasileira denuncia assédio sofrido durante cobertura das olimpíadas de Paris
Entidades e secretaria de comunicação se pronunciaram sobre o caso e se solidarizaram com a repórter da EBC
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Primeiro Impacto
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A repórter Verônica Dalcanal, da empresa Brasil de Comunicação, denunciou que foi alvo de assédio enquanto cobria as olimpíadas de Paris. Ela fazia uma entrada ao vivo quando foi importunada por torcedores.
“A gente sabe que é normal as pessoas interagirem com repórteres, mas eles foram muito desrespeitosos comigo e ultrapassaram limites, encostaram em mim”, conta a repórter. Verônica diz que não consegue ver as imagens ou descrever o ocorrido e lamentou que, na edição com mais equidade entre atletas na história dos jogos olímpicos, esses casos ainda aconteçam.
A Secretaria de Comunicação da Presidência da República se solidarizou com a repórter e afirmou que é “inaceitável que jornalistas, mulheres continuem sendo vítimas dessa violência”.
Os Sindicatos de Jornalistas do Rio de Janeiro, Distrito Federal e São Paulo, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e Associação Brasileira de Imprensa (ABI) também se posicionaram sobre o caso: “O assédio é não só uma grave violência contra a mulher, mas uma intimidação misógina ao exercício do jornalismo por ela”.
Repórter brasileira denuncia assédio sofrido durante cobertura das olimpíadas de Paris Entidades e secretaria de comunicação se pronunciaram sobre o caso e se solidarizaram com a repórter da EBCBrasil2024-08-05T13:25:14.465Z A repórter Verônica Dalcanal, da empresa Brasil de Comunicação, denunciou que foi alvo de assédio enquanto cobria as olimpíadas de Paris. Ela fazia uma entrada ao vivo quando foi importunada por torcedores. “A gente sabe que é normal as pessoas interagirem com repórteres, mas eles foram muito desrespeitosos comigo e ultrapassaram limites, encostaram em mim”, conta a repórter. Verônica diz que não consegue ver as imagens ou descrever o ocorrido e lamentou que, na edição com mais equidade entre atletas na história dos jogos olímpicos, esses casos ainda aconteçam. A Secretaria de Comunicação da Presidência da República se solidarizou com a repórter e afirmou que é “inaceitável que jornalistas, mulheres continuem sendo vítimas dessa violência”. Os Sindicatos de Jornalistas do Rio de Janeiro, Distrito Federal e São Paulo, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e Associação Brasileira de Imprensa (ABI) também se posicionaram sobre o caso: “O assédio é não só uma grave violência contra a mulher, mas uma intimidação misógina ao exercício do jornalismo por ela”. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/reporter-brasileira-denuncia-assedio-sofrido-durante-cobertura-das-olimpiadas-de-paris
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