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A inspeção foi comunicada à 3ª Vara de Crimes contra Crianças e Adolescentes e resultou na apreensão de quatro celulares nas celas 9 e 11. Uma das celas era ocupada por Melqui Galvão, que também é policial civil licenciado do Amazonas. Segundo as autoridades, o aparelho estava escondido na cueca do investigado no momento da revista pessoal.
De acordo com as informações da vistoria, os presos foram surpreendidos durante a fiscalização. Um investigador da Polícia Civil de São Paulo foi encontrado utilizando um telefone celular enquanto estava deitado na cela. Outro detento também segurava um aparelho, enquanto um terceiro celular era carregado em uma tomada da unidade.
Já com Melqui Galvão, os policiais localizaram um quarto aparelho escondido na roupa íntima. A suspeita de que o professor utilizava celulares dentro da prisão ganhou força após denúncias de que ele estaria intimidando vítimas e testemunhas ligadas ao processo criminal.
Professor responde por acusações de estupro
Melqui Galvão está preso desde o fim de abril. Ele é investigado por estupro contra uma atleta de 17 anos durante um campeonato de jiu-jítsu realizado na Itália, em fevereiro deste ano. Após a divulgação do primeiro caso, outras mulheres procuraram as autoridades e registraram denúncias semelhantes contra o professor.
Antes da prisão, Melqui administrava duas academias de jiu-jítsu em São Paulo. Ele foi preso inicialmente em Manaus e posteriormente transferido para a capital paulista, justamente após denúncias sobre o uso irregular de celulares dentro do sistema prisional amazonense.
A audiência em que será ouvido o depoimento da adolescente apontada como vítima está marcada para 20 de outubro. Paralelamente, o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) instaurou um procedimento para apurar como Melqui recebia remuneração como investigador da Polícia Civil do Amazonas enquanto residia em São Paulo administrando seus negócios particulares.
O professor também é pai do multicampeão de jiu-jítsu Mica Galvão.
Melqui Galvão: perícia encontra celular em cueca de lutadorProfessor de jiu-jítsu preso por estupro de menor é flagrado com aparelho escondido na roupa íntima durante revista surpresaBrasil2026-07-13T22:54:58.756ZUm celular foi encontrado escondido na roupa íntima do professor de jiu-jítsu Melqui Galvão, , durante uma vistoria surpresa no Presídio Especial da Polícia Civil, na zona norte de São Paulo. A operação foi realizada após uma e testemunhas de dentro da unidade prisional. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. A inspeção foi comunicada à 3ª Vara de Crimes contra Crianças e Adolescentes e resultou na apreensão de quatro celulares nas celas 9 e 11. Uma das celas era ocupada por Melqui Galvão, que também é policial civil licenciado do Amazonas. Segundo as autoridades, o aparelho estava escondido na cueca do investigado no momento da revista pessoal. + Revista apreendeu quatro celulares De acordo com as informações da vistoria, os presos foram surpreendidos durante a fiscalização. Um investigador da Polícia Civil de São Paulo foi encontrado utilizando um telefone celular enquanto estava deitado na cela. Outro detento também segurava um aparelho, enquanto um terceiro celular era carregado em uma tomada da unidade. Já com Melqui Galvão, os policiais localizaram um quarto aparelho escondido na roupa íntima. A suspeita de que o professor utilizava celulares dentro da prisão ganhou força após denúncias de que ele estaria intimidando vítimas e testemunhas ligadas ao processo criminal. Professor responde por acusações de estupro Melqui Galvão está preso desde o fim de abril. Ele é investigado por estupro contra uma atleta de 17 anos durante um campeonato de jiu-jítsu realizado na Itália, em fevereiro deste ano. Após a divulgação do primeiro caso, outras mulheres procuraram as autoridades e registraram denúncias semelhantes contra o professor. Antes da prisão, Melqui administrava duas academias de jiu-jítsu em São Paulo. Ele foi preso inicialmente em Manaus e posteriormente transferido para a capital paulista, justamente após denúncias sobre o uso irregular de celulares dentro do sistema prisional amazonense. A audiência em que será ouvido o depoimento da adolescente apontada como vítima está marcada para 20 de outubro. Paralelamente, o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) instaurou um procedimento para apurar como Melqui recebia remuneração como investigador da Polícia Civil do Amazonas enquanto residia em São Paulo administrando seus negócios particulares. O professor também é pai do multicampeão de jiu-jítsu Mica Galvão. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/melqui-galvao-pericia-encontra-celular-em-cueca-de-lutador
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