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Em depoimento, Miranda afirmou que apresentou a proposta a Vorcaro em dezembro do ano passado, em reunião com o banqueiro em São Paulo.
Vorcaro havia sido solto poucos dias antes. O marqueteiro defendeu ao banqueiro que era necessário fazer uma ação nas redes sociais para reverter a imagem do Master e a do próprio Vorcaro, segundo relatos feitos ao SBT News.
Os dados repassados à Polícia Federal indicam que Vorcaro repassaria mais de R$ 3 milhões por mês pela ação de marketing. O valor seria usado pela agência de marketing MiThi para contratar influenciadores digitais para fazer publicações contra a atuação do Banco Central.
A defesa de Miranda argumenta que o contrato continha cláusulas que proibiam os influenciadores de atacar instituições públicas ou autoridades.
"É necessário distinguir, com responsabilidade, o exercício regular de atividade profissional lícita — voltada à orientação comunicacional e à preservação reputacional de pessoas e organizações — de qualquer interpretação que procure atribuir a essa atuação finalidade ilícita, ofensiva ou institucionalmente desleal", disse a defesa de Miranda, em nota.
O advogado Rafael Martins ainda afirmou que a atuação de Miranda estava focada no "campo técnico da comunicação reputacional" e da "gestão de crise".
"Logo, ao contrário de versões divulgadas, em nenhum momento a atuação profissional de Thiago Miranda e sua agência teve por finalidade atacar instituições públicas, autoridades, agentes públicos ou órgãos de Estado", completou.
Investigação
A Polícia Federal investiga desde janeiro a contratação de influenciadores digitais para atacar o Banco Central e seus diretores que participaram da liquidação do Banco Master.
O inquérito faz parte de um conjunto de investigações sobre as fraudes do Banco Master.
A análise dos dados do celular de Daniel Vorcaro e depoimentos de influenciadores que recusaram a proposta de atacar o Banco Central levaram a PF até Thiago Miranda, o idealizador da campanha em favor de Vorcaro.
Marqueteiro admite contratação de influenciadores pró-Vorcaro, mas nega crimeThiago Miranda prestou depoimento nesta terça-feira (12) à Polícia FederalBrasil2026-05-12T20:47:15.552ZO marqueteiro Thiago Miranda confirmou à Polícia Federal nesta terça-feira (12) ser o idealizador do projeto contratado por Daniel Vorcaro para u na liquidação do Banco Master. Em depoimento, Miranda afirmou que apresentou a proposta a Vorcaro em dezembro do ano passado, em reunião com o banqueiro em São Paulo. Vorcaro havia sido solto poucos dias antes. O marqueteiro defendeu ao banqueiro que era necessário fazer uma ação nas redes sociais para reverter a imagem do Master e a do próprio Vorcaro, segundo relatos feitos ao SBT News. Os dados repassados à Polícia Federal indicam que Vorcaro repassaria mais de R$ 3 milhões por mês pela ação de marketing. O valor seria usado pela agência de marketing MiThi para contratar influenciadores digitais para fazer publicações contra a atuação do Banco Central. A defesa de Miranda argumenta que o contrato continha cláusulas que proibiam os influenciadores de atacar instituições públicas ou autoridades. "É necessário distinguir, com responsabilidade, o exercício regular de atividade profissional lícita — voltada à orientação comunicacional e à preservação reputacional de pessoas e organizações — de qualquer interpretação que procure atribuir a essa atuação finalidade ilícita, ofensiva ou institucionalmente desleal", disse a defesa de Miranda, em nota. O advogado Rafael Martins ainda afirmou que a atuação de Miranda estava focada no "campo técnico da comunicação reputacional" e da "gestão de crise". "Logo, ao contrário de versões divulgadas, em nenhum momento a atuação profissional de Thiago Miranda e sua agência teve por finalidade atacar instituições públicas, autoridades, agentes públicos ou órgãos de Estado", completou. Investigação A Polícia Federal investiga desde janeiro a contratação de influenciadores digitais para atacar o Banco Central e seus diretores que participaram da liquidação do Banco Master. O inquérito faz parte de um conjunto de investigações sobre as fraudes do Banco Master. A análise dos dados do celular de Daniel Vorcaro e depoimentos de influenciadores que recusaram a proposta de atacar o Banco Central levaram a PF até Thiago Miranda, o idealizador da campanha em favor de Vorcaro.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/marqueteiro-confessa-contratacao-de-influenciadores-pro-vorcaro-mas-nega-crime
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