PF decide investigar páginas de influencers que criticaram BC
Aliados do Master negam atuação do banco contra BC

Basília Rodrigues
A Polícia Federal decidiu investigar a acusação de que influencers foram contratados para divulgar mentiras e difamar o Banco Central. Apontado como possível autor das propostas, o Banco Master nega qualquer envolvimento.
Durante o dia, integrantes da PF e do BC conversaram sobre a tipificação penal dos atos praticados e o alcance deles. Pesou a repercussão negativa das publicações que continuam a atacar a imagem da autoridade monetária, mesmo após divulgação das notícias.
Ainda não há detalhes de como a investigação irá prosseguir. Brechas na lei de uso das redes sociais podem dificultar a compreensão dos fatos, já que muitas postagens difamatórias poderiam ser enquadradas como opinativas.
Várias páginas que não são especializadas na publicação de notícias sobre economia, mas em outras temáticas como lifestyle, passaram a publicar duras críticas contra o BC. Também citaram nominalmente diretores do órgão.
Um vereador de Erechim, Rony Gabriel (PL-RS), publicou que recebeu a proposta em nome de uma empresa intermediária, mas que teria recusado. “Fui procurado para dizer que o Banco Master era uma vítima do Banco Central. Só que a verdade não é essa, não vou fazer o vídeo com base numa mentira”, disse.









