Brasil

GSI tenta identificar se explosão em Brasília foi ação de lobo solitário

Órgão de inteligência do Executivo busca relação com grupos extremistas da região Sul do Brasil

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Leonardo Cavalcanti, Afonso Benites
Reforço de segurança na Praça dos Três Poderes (Reprodução/SBT)

Reforço de segurança na Praça dos Três Poderes (Reprodução/SBT)

Responsável pela segurança da Presidência da República, profissionais do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) iniciaram uma apuração para tentar identificar se o homem suspeito de acionar uma bomba caseira em um carro e morrer após explosão na frente do Supremo Tribunal Federal agia sozinho ou se ele foi orientado por alguém.

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A apuração para saber se ele é um "lobo solitário", conforme profissionais do GSI, é importante para identificar se ele faz parte ou não de um dos 250 grupos extremistas identificados pelos investigadores e que agem na região Sul do Brasil. O veículo em que artefatos explodiram tinham placa de Santa Catarina, registrado na cidade de Rio do Sul.

O nome do suspeito pelas explosões não foi divulgado oficialmente. Em um primeiro momento, a suspeita é que as duas explosões estejam relacionadas.

Por volta das 19h30 desta quarta-feira (13), duas explosões ocorreram nos arredores da Praça dos Três Poderes, uma em um estacionamento da Câmara dos Deputados, a outra, na frente do Supremo Tribunal Federal.

Após esse incidente, o Exército reforçou a segurança nos palácios do Planalto, da Alvorada e do Jaburu. Foi iniciado o plano escudo, que se trata de uma série de medidas de segurança, tanto físicas, quanto cibernéticas.

De acordo profissionais do GSI, foram feitas varreduras em várias salas dos prédios presidenciais. A Esplanada dos Ministérios foi isolada também por policiais militares, por ordem do governolocal.

Ao menos duas investigações já foram abertas, uma pela Polícia Federal e outra pela Polícia Civil do DF.

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