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Segundo a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), manter as 12 mil câmeras atuais em gravação contínua custaria R$ 766 milhões em cinco anos.
Caso o programa fosse expandido para 30 mil unidades, o custo total chegaria a R$ 1,9 bilhão no mesmo período, o que, segundo o governo, inviabilizaria a ampliação do sistema. A administração estadual também questiona a legitimidade da Defensoria Pública, autora do pedido que levou à decisão de Barroso.
A PGE argumenta que já existe uma ação civil pública sobre o tema na 11ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo e que a decisão do STF teria antecipado etapas do processo legal. Além disso, o governo defende que o acionamento remoto das câmeras já garante transparência nas operações policiais.
No documento enviado ao STF, o governo do Estado propõe a implementação do novo modelo de câmeras após a fase final de testes, prevista para março, quando a PM deve apresentar um relatório final.
Segundo a PGE, os novos equipamentos possuem tecnologia mais avançada, que permite, por exemplo, a captação de imagem e som de melhor qualidade e geolocalização em tempo real. As novas câmeras também contam com áudio bidirecional e acionamento remoto dos aparelhos, intencional e automático, diferente do modelo atual, que prevê o armazenamento integral de imagens, mas em baixa resolução e sem áudio.
Nesta semana, o Supremo estendeu o prazo que acabaria em fevereiro, por mais 30 dias, para que a corporação apresente os relatórios.
Governo de SP recorre para derrubar decisão do STF que obriga PM a usar câmera corporal com gravação ininterruptaProcuradoria diz que manter a liminar custaria R$ 766 milhões em cinco anos, limitando a expansão do programa das câmerasBrasil2025-02-13T22:46:54.781ZO governo de São Paulo acionou, nesta terça-feira (12), o Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do ministro. A gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) alega que a medida teria um custo excessivo e comprometeria a ampliação do programa.
Segundo a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), manter as 12 mil câmeras atuais em gravação contínua custaria R$ 766 milhões em cinco anos. Caso o programa fosse expandido para 30 mil unidades, o custo total chegaria a R$ 1,9 bilhão no mesmo período, o que, segundo o governo, inviabilizaria a ampliação do sistema. A administração estadual também questiona a legitimidade da Defensoria Pública, autora do pedido que levou à decisão de Barroso. A PGE argumenta que já existe uma ação civil pública sobre o tema na 11ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo e que a decisão do STF teria antecipado etapas do processo legal. Além disso, o governo defende que o acionamento remoto das câmeras já garante transparência nas operações policiais. No documento enviado ao STF, o governo do Estado propõe a implementação do novo modelo de câmeras após a fase final de testes, prevista para março, quando a PM deve apresentar um relatório final. Segundo a PGE, os novos equipamentos possuem tecnologia mais avançada, que permite, por exemplo, a captação de imagem e som de melhor qualidade e geolocalização em tempo real. As novas câmeras também contam com áudio bidirecional e acionamento remoto dos aparelhos, intencional e automático, diferente do modelo atual, que prevê o armazenamento integral de imagens, mas em baixa resolução e sem áudio.
Em dezembro, O ministro também ordenou que o estado mantenha pelo menos 10.125 câmeras em funcionamento, após denúncias de violência policial no estado. Nesta semana, o Supremo estendeu o prazo que acabaria em fevereiro, por mais 30 dias, para que a corporação apresente os relatórios. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/governo-de-sp-recorre-ao-stf-para-derrubar-decisao-que-obriga-pm-a-usar-camera-corporal-com-gravacao-ininterrupta