Funcionários da USP aprovam greve geral por tempo indeterminado
Paralisação começa em 14 de abril após decisão sobre reajuste exclusivo para docentes gerar protestos entre servidores
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Agência SBT
10/04/2026, 03:17 • Atualizado em 10/04/2026, 03:17
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Greve está prevista para iniciar dia 14/04 - Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Funcionários da Universidade de São Paulo (USP) aprovaram, por unanimidade, uma greve geral por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembleia nesta quinta-feira (9), na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). A paralisação está prevista para começar no dia 14 de abril.
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O principal motivo da greve é a insatisfação com uma decisão da reitoria que aprovou o pagamento de uma gratificação de R$ 4.500 mensais apenas para docentes.
Para os funcionários, a medida quebra o princípio de isonomia, ao deixar de fora cerca de 13 mil trabalhadores da universidade.
Segundo os servidores, o valor total previsto para a gratificação, estimado em cerca de R$ 476 milhões em dois anos, deveria ser distribuído entre os funcionários. Com isso, o reajuste equivalente seria de aproximadamente R$ 1.600 por servidor, incorporado ao salário.
Os trabalhadores também reivindicam igualdade nas regras de compensação de horas em feriados e recessos, melhores condições para terceirizados e o fim da escala 6x1 para esses profissionais.
Estudantes também podem aderir à greve
Os estudantes da USP anunciaram apoio às reivindicações dos funcionários e devem realizar uma paralisação no dia 14, primeiro dia da greve.
Há ainda a possibilidade de adesão total dos alunos, o que será discutido em assembleias estudantis.
Para o início da greve, está prevista uma passeata dentro do campus, com concentração às 14h em frente à administração central. O ato deve reunir funcionários e estudantes em mobilização conjunta.
Funcionários da USP aprovam greve geral por tempo indeterminadoParalisação começa em 14 de abril após decisão sobre reajuste exclusivo para docentes gerar protestos entre servidoresBrasil2026-04-10T03:17:46.827ZFuncionários da Universidade de São Paulo (USP) aprovaram, por unanimidade, uma greve geral por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembleia nesta quinta-feira (9), na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). A paralisação está prevista para começar no dia 14 de abril. + O principal motivo da greve é a insatisfação com uma decisão da reitoria que aprovou o pagamento de uma gratificação de R$ 4.500 mensais apenas para docentes. Para os funcionários, a medida quebra o princípio de isonomia, ao deixar de fora cerca de 13 mil trabalhadores da universidade. Segundo os servidores, o valor total previsto para a gratificação, estimado em cerca de R$ 476 milhões em dois anos, deveria ser distribuído entre os funcionários. Com isso, o reajuste equivalente seria de aproximadamente R$ 1.600 por servidor, incorporado ao salário. + Os trabalhadores também reivindicam igualdade nas regras de compensação de horas em feriados e recessos, melhores condições para terceirizados e o fim da escala 6x1 para esses profissionais. Estudantes também podem aderir à greve Os estudantes da USP anunciaram apoio às reivindicações dos funcionários e devem realizar uma paralisação no dia 14, primeiro dia da greve. Há ainda a possibilidade de adesão total dos alunos, o que será discutido em assembleias estudantis. Para o início da greve, está prevista uma passeata dentro do campus, com concentração às 14h em frente à administração central. O ato deve reunir funcionários e estudantes em mobilização conjunta.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/funcionarios-da-usp-aprovam-greve-geral-por-tempo-indeterminado
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