Ed Motta nega ter ofendido funcionário de restaurante e repudia acusação: "Infundada"
Cantor foi denunciado por injúria racial durante confusão em um restaurante na zona sul do Rio
Camila Stucaluc
13/05/2026, 06:13 • Atualizado em 13/05/2026, 06:13
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Cantor Ed Motta | Jorge Bispo/Divulgação
O cantor Ed Motta negou ter feito ofensas preconceituosas contra um dos funcionários do restaurante Grado, no Jardim Botânico, zona sul do Rio de Janeiro. Em depoimento à polícia na terça-feira (12), o artista disse que repudia a acusação, afirmando que a denúncia é infundada.
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Ao todo, Motta e os amigos levaram sete garrafas de vinho, das quais cinco foram consumidas. Ele declarou que se sentiu “chateado e desprestigiado” pela cobrança na conta, alegando que nunca havia sido cobrado pela taxa nos nove anos em que frequenta o restaurante, tendo em vista o alto consumo no local.
Ao questionar o gerente, Motta foi informado de que a cobrança foi feita por conta de a mesa estar “cheia”, isto é, não estando ocupada apenas pelo cantor e a esposa, caso em que a taxa não seria cobrada. Frustrado, o cantor pegou uma cadeira e arremessou no chão, atingindo um funcionário de raspão, e disse que nunca mais voltaria ao local.
A confusão ganhou repercussão nas redes sociais. Um dos funcionários do restaurante acusou Motta de injúria racial, alegando que o cantor o chamou de “paraíba”. À polícia, o cantor negou a acusação, dizendo que “não ofendeu e jamais utilizou palavras pejorativas” para dirigir-se ao trabalhador ou a qualquer outro funcionário do estabelecimento.
Destacou, ainda, que é “neto de baiano e bisneto de cearense, possuindo amplo respeito pelos nordestinos” e que “é negro e gordo e repudia qualquer tipo de preconceito”.
Em relação à cadeira, Motta afirmou que agiu “sob influência da emoção” e que não pretendia atingir qualquer pessoa. Alegou, ainda, que saiu do local antes da confusão que se seguiu entre seus amigos e os funcionários do restaurante, a qual terminou com um cliente agredido por Nicholas Guedes Coppim, amigo do artista e agora investigado por lesão corporal. À polícia, o cantor disse que soube da briga apenas na manhã seguinte ao caso.
Ed Motta nega ter ofendido funcionário de restaurante e repudia acusação: "Infundada"Cantor foi denunciado por injúria racial durante confusão em um restaurante na zona sul do RioBrasil2026-05-13T06:13:45.353ZO cantor Ed Motta negou ter feito ofensas preconceituosas contra um dos funcionários do restaurante Grado, no Jardim Botânico, zona sul do Rio de Janeiro. Em depoimento à polícia na terça-feira (12), o artista disse que repudia a acusação, afirmando que a denúncia é infundada. O caso aconteceu no dia 2 de maio. Na ocasião, . O desentendimento começou após o grupo do cantor pedir para não pagar a chamada “taxa de rolha”, valor cobrado por restaurantes quando clientes levam a própria bebida para consumo. Ao todo, Motta e os amigos levaram sete garrafas de vinho, das quais cinco foram consumidas. Ele declarou que sepela cobrança na conta, alegando que nunca havia sido cobrado pela taxa nos nove anos em que frequenta o restaurante, tendo em vista o alto consumo no local. Ao questionar o gerente, Motta foi informado de que a cobrança foi feita por conta de a mesa estar “cheia”, isto é, não estando ocupada apenas pelo cantor e a esposa, caso em que a taxa não seria cobrada. Frustrado, o cantor pegou uma cadeira e arremessou no chão, atingindo um funcionário de raspão, e disse que nunca mais voltaria ao local. A confusão ganhou repercussão nas redes sociais. Um dos funcionários do restaurante acusou Motta de injúria racial, alegando que o cantor o chamou de “paraíba”. À polícia, o cantor negou a acusação, dizendo que “não ofendeu e jamais utilizou palavras pejorativas” para dirigir-se ao trabalhador ou a qualquer outro funcionário do estabelecimento. Destacou, ainda, que é “neto de baiano e bisneto de cearense, possuindo amplo respeito pelos nordestinos” e que “é negro e gordo e repudia qualquer tipo de preconceito”. Em relação à cadeira, Motta afirmou que agiu “sob influência da emoção” e que não pretendia atingir qualquer pessoa. Alegou, ainda, que saiu do local antes da confusão que se seguiu entre seus amigos e os funcionários do restaurante, a qual terminou com um cliente agredido por Nicholas Guedes Coppim, amigo do artista e agora investigado por lesão corporal. À polícia, o cantor disse que soube da briga apenas na manhã seguinte ao caso. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/ed-motta-nega-ter-ofendido-funcionario-de-restaurante-e-repudia-acusacao-infundada