Brasil

Diversão nas férias: veja o que fazer em São Paulo sem gastar muito

Museus, unidades do Sesc, fábricas de cultura e parques estão com programações especiais até o fim de julho

B
Bruna Macedo
07/07/2024, 00:23 • Atualizado em 07/07/2024, 02:17
compartilhar
Diversão nas férias: veja o que fazer em São Paulo sem gastar muito

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.

Siga no Google Discover

As férias escolares já começaram e o SBT Brasil preparou algumas dicas para fazer a criançada gastar muita energia, sem que os pais tenham que gastar muito dinheiro. Em São Paulo, não faltam opções gratuitas ou a preços populares. Museus, unidades do Sesc, fábricas de cultura e parques estão com programações especiais até o fim de julho.

Oficialmente, o período mais esperado pelas crianças começa na próxima segunda-feira (8) na rede municipal e quarta-feira (10) na rede estadual de ensino, mas a programação especial já está chamando todo mundo para a pista.

“Achei muito legal porque a gente aprende várias coisas que na escola a gente não aprende”, revela Sara Nogueira, de 8 anos.

Os movimentos coordenados e harmoniosos aparecem também em outras formas na Fábrica de Cultura de São Paulo, uma das opções gratuitas para crianças e adolescentes. Uma das modalidades ensinadas é a arte circense, que trabalha tanto o físico dos alunos, quanto a esfera psicológica e a linguagem corporal, além de ajudar a manter a manifestação da cultura popular viva. Para isso, são necessários alguns equipamentos. Um deles é a lira, usada para as acrobacias aéreas.

“O crico é algo pelo qual eu me apaixonei. Eu vi várias pessoas alegres fazendo, as coreografias e os aéreos, os que eu mais gosto. A lira tem que ter muita força e jeito também, porque ela é igual ao trapézio, mas como é um círculo, é complicada”, diz a estudante Sara Emily Soares da Silva, de 17 anos.

Para quem prefere não tirar os pés do chão, tem atividades ao ar livre gratuitas em outros pontos da capital paulista, como o Parque Villa Lobos, onde a tirolesa e o escorrega gigante fazem sucesso entre a garotada.

O Museu da Imigração, que está com brincadeiras e oficinas voltadas para o público infantil, também é uma opção. Além dele, o Sesc, se inspirou nas modalidades que farão parte dos Jogos Olímpicos de Paris para criar a programação de férias. Livia Pereira, de dez anos, conta que encarou o desafio e se arriscou na escalada. “De vista era perigosa, mas quando eu vi era muito legal. Fiquei com medo de pular, mas é confortável e gostoso. Eu dei um pulão assim: PAFT”, conta.

O Museu Catavento também garante uma atração atrás da outra e tem ingressos a preços populares para a família inteira aprender brincando. “Eu tô achando muito legal porque são várias experiências novas que eu nunca tinha conhecido porque eu sou de Fortaleza e eu vim aqui para ver minha família”, revela Catarina de Souza Felix, de 11 anos.

A mãe da menina, Gabriela Deutsch, também se divertiu com a experiência. “Acho que é uma oportunidade muito grande de ela conhecer tudo, ver de perto, ter essas experiências ao vivo. A criança se desenvolve, né?”, afirma.

Michele Aparecida da Silva levou o filho, Diego, para experimentar o jogo de futebol para cegos. “Se todo mundo pudesse participar, teria um pouco mais de empatia pelos deficientes visuais. Seria muito bom que todos tivessem essa experiência para sentir, porque só quando a gente sente a gente sabe qual é a importância realmente”, afirma.

“A cada semana nós vamos ter novas atividades, por exemplo, semana que vem nós já vamos começar no feriado com o show de química, na outra semana vamos ter mais atividades olímpicas. Nós estamos esperando que venha bastante gente mesmo”, diz Ana Rita Carlos Lima, coordenadora de exposições e programação cultural.

Leia mais

Ver tudo
Imagem da notícia: Colete salva-vidas é encontrado durante buscas em Ilhabela

Colete salva-vidas é encontrado durante buscas em Ilhabela

Imagem da notícia: OMS pede cessar-fogo no Congo para conter Ebola

OMS pede cessar-fogo no Congo para conter Ebola

Imagem da notícia: Resenha: 'Realm of Ink' é 'Hades' com tinta chinesa

Resenha: 'Realm of Ink' é 'Hades' com tinta chinesa

Imagem da notícia: Fim da 6x1: empresários defendem negociação em convenção

Fim da 6x1: empresários defendem negociação em convenção

Imagem da notícia: Colete salva-vidas é encontrado durante buscas em Ilhabela

Colete salva-vidas é encontrado durante buscas em Ilhabela

Imagem da notícia: OMS pede cessar-fogo no Congo para conter Ebola

OMS pede cessar-fogo no Congo para conter Ebola

Imagem da notícia: Resenha: 'Realm of Ink' é 'Hades' com tinta chinesa

Resenha: 'Realm of Ink' é 'Hades' com tinta chinesa

Imagem da notícia: Fim da 6x1: empresários defendem negociação em convenção

Fim da 6x1: empresários defendem negociação em convenção

Últimas notícias

Polícia apreende mais de 8 mil celulares no litoral de SP

Operação fiscalizou lojas em quatro cidades da Baixada Santista e terminou com prisões e apreensão de aparelhos roubados e furtados

Traumatismo craniano pode piorar mesmo sem sinal imediato

Quedas, acidentes de trânsito e impactos durante esportes podem provocar sangramentos intracranianos de evolução lenta, com sintomas horas ou dias depois

Ministro da Justiça é ouvido na Câmara sobre caso Ramagem

Wellington Lima foi convocado para tratar da atuação internacional da Polícia Federal e sobre o monitoramento de cidadãos brasileiros nos EUA

Brasil ativa plano contra Ebola; médico explica protocolo

Plano de contingência inclue triagem de viajantes e vigilância em pontos de entrada no país; especialista afirma que não há motivo para preocupação excessiva

IPCA-15: prévia da inflação desacelera e fecha maio em 0,62%

Resultado ficou acima da expectativa do mercado financeiro; índice acumula alta de 3,02% em 2026 e 4,64% nos últimos 12 meses

Desmatamento tem menor nível em 7 anos, diz MapBiomas

Brasil registra menos de 1 milhão de hectares desmatados em 2025, segundo relatório anual; Cerrado é bioma mais castigado