Conselho Nacional de Justiça orienta excluir de bancos públicos DNA de pessoas absolvidas
Recomendação pretende evitar constrangimentos e garantir segurança jurídica no tratamento de dados sensíveis coletados em investigações criminais
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SBT News
02/06/2025, 19:12 • Atualizado em 02/06/2025, 19:12
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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou uma recomendação que orienta a exclusão de perfis genéticos de pessoas não denunciadas ou absolvidas dos bancos de dados públicos. Segundo o conselheiro José Rotondano, a ordem busca garantir segurança jurídica no tratamento de dados sensíveis coletados em investigações criminais.
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A recomendação foi aprovada durante sessão virtual realizada na sexta-feira (30). A decisão responde à consulta formulada pelo Comitê Gestor da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos, que apontou uma lacuna na norma sobre quem deve informar o órgão pericial a respeito da absolvição ou do arquivamento do inquérito.
A medida diz que a exclusão do perfil genético deve ocorrer "mediante provocação da própria pessoa absolvida ou, preferencialmente, por determinação do juízo que proferiu a sentença absolutória ou homologou o arquivamento do inquérito".
Segundo o CNJ, a proposta também busca evitar constrangimentos a inocentes e assegurar o respeito à dignidade da pessoa humana.
Rotondano acolheu integralmente manifestação do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF), que recomendou que o próprio juízo responsável expedisse ofício à Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos com pedido da exclusão do perfil genético.
Conselho Nacional de Justiça orienta excluir de bancos públicos DNA de pessoas absolvidas Recomendação pretende evitar constrangimentos e garantir segurança jurídica no tratamento de dados sensíveis coletados em investigações criminaisBrasil2025-06-02T19:12:15.619ZO (CNJ) aprovou uma recomendação que orienta a exclusão de perfis genéticos de pessoas não denunciadas ou absolvidas dos bancos de dados públicos. Segundo o conselheiro José Rotondano, a ordem busca garantir segurança jurídica no tratamento de dados sensíveis coletados em investigações criminais. A recomendação foi aprovada durante sessão virtual realizada na sexta-feira (30). A decisão responde à consulta formulada pelo Comitê Gestor da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos, que apontou uma lacuna na norma sobre quem deve informar o órgão pericial a respeito da absolvição ou do arquivamento do inquérito. + A medida diz que a exclusão do perfil genético deve ocorrer "mediante provocação da própria pessoa absolvida ou, preferencialmente, por determinação do juízo que proferiu a sentença absolutória ou homologou o arquivamento do inquérito". Segundo o CNJ, a proposta também busca evitar constrangimentos a inocentes e assegurar o respeito à dignidade da pessoa humana. Rotondano acolheu integralmente manifestação do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF), que recomendou que o próprio juízo responsável expedisse ofício à Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos com pedido da exclusão do perfil genético.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/cnj-orienta-exclusao-de-dna-de-pessoas-absolvidas-em-bancos-publicos
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