Dólar fecha a R$ 5,20 e atinge maior alta desde março
Moeda norte-americana subiu 0,28% nesta quarta-feira, acompanhando o avanço global do dólar e a busca de investidores por ativos de segurança
Reuters
25/06/2026, 00:54 • Atualizado em 25/06/2026, 00:54
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Dólar | Reprodução/Freepik
O dólar voltou a subir no Brasil nesta quarta-feira (24) e fechou novamente acima de R$ 5,20, em linha com o fortalecimento da moeda norte-americana no exterior.
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A moeda norte-americana à vista encerrou o dia com alta de 0,28%, cotada a R$ 5,2006, maior valor de fechamento desde 30 de março deste ano, quando terminou a R$ 5,2461. Apesar da valorização recente, o dólar ainda acumula queda de 5,25% frente ao real em 2026.
Na B3, o dólar futuro para julho, atualmente o contrato mais líquido do mercado brasileiro, avançava 0,20% às 17h04, aos R$ 5,2035.
A sessão desta quarta-feira seguiu o tom do pregão anterior. O dólar e os títulos norte-americanos voltaram a atrair compras em um ambiente de maior aversão ao risco.
Com isso, a moeda dos Estados Unidos avançou frente à maior parte das divisas globais, inclusive de países emergentes, como o real, o peso chileno, o peso mexicano e o sol peruano.
Às 17h09, o índice do dólar, que mede o desempenho da moeda frente a uma cesta de seis divisas fortes, subia 0,22%, aos 101,610 pontos.
Mercado também observa juros nos EUA e possível queda da Selic
No mercado doméstico, os investidores também ajustaram posições diante de um cenário em que o Federal Reserve pode voltar a elevar juros em 2026, enquanto o Banco Central brasileiro pode continuar reduzindo a taxa Selic, hoje em 14,25% ao ano.
Esse movimento tende a diminuir o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos, o que pode reduzir a atratividade do país para o capital estrangeiro e pressionar o câmbio.
Na máxima do dia, às 9h48, o dólar à vista chegou a R$ 5,2228, com alta de 0,71%.
No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50 mil contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho. A operação, porém, não teve impacto relevante sobre as cotações.
Já durante a tarde, o BC informou que o Brasil registrou entrada líquida de US$ 8,196 bilhões em junho até o dia 19, depois de um fluxo expressivo de moeda estrangeira na semana anterior.
Dólar fecha a R$ 5,20 e atinge maior alta desde marçoMoeda norte-americana subiu 0,28% nesta quarta-feira, acompanhando o avanço global do dólar e a busca de investidores por ativos de segurançaEconomia2026-06-25T00:54:54.420ZO dólar voltou a subir no Brasil nesta quarta-feira (24) e fechou novamente acima de R$ 5,20, em linha com o fortalecimento da moeda norte-americana no exterior. A moeda norte-americana à vista encerrou o dia com alta de 0,28%, cotada a R$ 5,2006, maior valor de fechamento desde 30 de março deste ano, quando terminou a R$ 5,2461. Apesar da valorização recente, o dólar ainda acumula queda de 5,25% frente ao real em 2026. Na B3, o dólar futuro para julho, atualmente o contrato mais líquido do mercado brasileiro, avançava 0,20% às 17h04, aos R$ 5,2035. + A sessão desta quarta-feira seguiu o tom do pregão anterior. O dólar e os títulos norte-americanos voltaram a atrair compras em um ambiente de maior aversão ao risco. Com isso, a moeda dos Estados Unidos avançou frente à maior parte das divisas globais, inclusive de países emergentes, como o real, o peso chileno, o peso mexicano e o sol peruano. + Às 17h09, o índice do dólar, que mede o desempenho da moeda frente a uma cesta de seis divisas fortes, subia 0,22%, aos 101,610 pontos. Mercado também observa juros nos EUA e possível queda da Selic No mercado doméstico, os investidores também ajustaram posições diante de um cenário em que o Federal Reserve pode voltar a elevar juros em 2026, enquanto o Banco Central brasileiro pode continuar reduzindo a taxa Selic, hoje em 14,25% ao ano. Esse movimento tende a diminuir o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos, o que pode reduzir a atratividade do país para o capital estrangeiro e pressionar o câmbio. Na máxima do dia, às 9h48, o dólar à vista chegou a R$ 5,2228, com alta de 0,71%. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50 mil contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho. A operação, porém, não teve impacto relevante sobre as cotações. Já durante a tarde, o BC informou que o Brasil registrou entrada líquida de US$ 8,196 bilhões em junho até o dia 19, depois de um fluxo expressivo de moeda estrangeira na semana anterior. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/dolar-fecha-a-r-5-20-e-atinge-maior-alta-desde-marco