Clínica de SC é condenada a indenizar família por declarar morte de feto que ainda estava vivo
Erro só foi descoberto porque o hospital que faria a curetagem decidiu fazer uma ressonância magnética antes do procedimento
S
SCC10
13/12/2024, 12:17 • Atualizado em 13/12/2024, 12:17
compartilhar
Foto ilustrativa de bebê | Arquivo/Agência Brasil
Uma clínica médica de Florianópolis foi condenada a pagar R$ 15 mil em danos morais a uma paciente, depois de diagnosticar incorretamente a morte de seu feto e recomendar um aborto.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Dez dias após o laudo errado, a gestante procurou um hospital para fazer a curetagem. Porém, os médicos decidiram fazer uma ressonância magnética antes do procedimento, já que a mulher não tinha sintomas típicos de aborto, como sangramentos.
O exame mostrou que o feto estava vivo, com batimentos cardíacos normais. O bebê nasceu em 7 de abril de 2019, por parto normal.
O juiz afirmou que o erro causou grande sofrimento à gestante e poderia ter sido evitado se o médico tivesse explicado que o diagnóstico não era definitivo e que seria necessário mais exames. Ele também destacou que não é razoável dar um diagnóstico com base em apenas um exame sem considerar mais informações.
O caso está em segredo de justiça, e ainda cabe recurso ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina.
Clínica de SC é condenada a indenizar família por declarar morte de feto que ainda estava vivoErro só foi descoberto porque o hospital que faria a curetagem decidiu fazer uma ressonância magnética antes do procedimentoBrasil2024-12-13T12:17:43.278ZUma clínica médica de Florianópolis foi condenada a pagar R$ 15 mil em danos morais a uma paciente, depois de diagnosticar incorretamente a morte de seu feto e recomendar um aborto. + Dez dias após o laudo errado, a gestante procurou um hospital para fazer a curetagem. Porém, os médicos decidiram fazer uma ressonância magnética antes do procedimento, já que a mulher não tinha sintomas típicos de aborto, como sangramentos. O exame mostrou que o feto estava vivo, com batimentos cardíacos normais. O bebê nasceu em 7 de abril de 2019, por parto normal. O juiz afirmou que o erro causou grande sofrimento à gestante e poderia ter sido evitado se o médico tivesse explicado que o diagnóstico não era definitivo e que seria necessário mais exames. Ele também destacou que não é razoável dar um diagnóstico com base em apenas um exame sem considerar mais informações. + O caso está em segredo de justiça, e ainda cabe recurso ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/clinica-de-sc-e-condenada-a-indenizar-familia-por-declarar-morte-de-feto-que-ainda-estava-vivo
Ex-crítico, Flávio diz que fará Bolsa Família com cashback
Senador, que já chamou o programa de 'bolsa-farelo', afirma que maioria dos beneficiários trabalha e defende proteção estatal para evitar retorno à miséria
O que se sabe sobre o caso do advogado do RJ morto em SP
Polícia investiga se Pedro Ely Cordeiro dos Santos foi vítima de um golpe conhecido como "Boa Noite, Cinderela"; cartão bancário teria sido usado após a morte