Cidade usa tecnologia que identifica tiros em tempo real
Sistema ShotSpotter usa sensores acústicos e inteligência artificial para localizar disparos de armas de fogo e orientar equipes de segurança em Niterói (RJ)
S
SBT Brasil
O tiroteio começa de madrugada. Em questão de segundos, policiais militares chegam a uma comunidade de Niterói, onde os disparos foram feitos, e prendem sete suspeitos. Com eles, são apreendidas armas e drogas.
A rapidez da resposta tem uma explicação: o ShotSpotter, um sistema que utiliza inteligência artificial para localizar incidentes com armas de fogo.
A tecnologia funciona assim: em algum ponto da avenida pode haver um sensor acústico escondido. É um pequeno aparelho que capta sons e consegue identificar não apenas o local onde os disparos foram feitos, mas também a quantidade de tiros e até o tipo de arma utilizada.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.
Quando isso acontece, as informações são transmitidas diretamente para o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP), onde a equipe acompanha tudo em tempo real. Funcionários da prefeitura responsáveis pelo monitoramento acionam a Polícia Militar e orientam o deslocamento das equipes.
Por motivo de segurança, a Prefeitura de Niterói não divulga quantos sensores estão espalhados pelas ruas da cidade. Cada equipamento pode captar ruídos em um raio de dez quilômetros.
De acordo com Gilson Chagas, secretário de Ordem Pública de Niterói, nas áreas onde os sensores estão instalados, os equipamentos fazem uma triangulação e conseguem georreferenciar o local exato do disparo.
O sistema também informa a quantidade de tiros e o horário em que foram efetuados.
Importada dos Estados Unidos por nove milhões de reais, a tecnologia também consegue diferenciar disparos de ruídos que não representam perigo, como fogos de artifício e trovões.
Cidade usa tecnologia que identifica tiros em tempo realSistema ShotSpotter usa sensores acústicos e inteligência artificial para localizar disparos de armas de fogo e orientar equipes de segurança em Niterói (RJ)Brasil2026-11-02T13:48:48.616ZO tiroteio começa de madrugada. Em questão de segundos, policiais militares chegam a uma comunidade de Niterói, onde os disparos foram feitos, e prendem sete suspeitos. Com eles, são apreendidas armas e drogas. A rapidez da resposta tem uma explicação: o ShotSpotter, um sistema que utiliza inteligência artificial para localizar incidentes com armas de fogo. A tecnologia funciona assim: em algum ponto da avenida pode haver um sensor acústico escondido. É um pequeno aparelho que capta sons e consegue identificar não apenas o local onde os disparos foram feitos, mas também a quantidade de tiros e até o tipo de arma utilizada. Quando isso acontece, as informações são transmitidas diretamente para o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP), onde a equipe acompanha tudo em tempo real. Funcionários da prefeitura responsáveis pelo monitoramento acionam a Polícia Militar e orientam o deslocamento das equipes. Local exato dos tiros Por motivo de segurança, a Prefeitura de Niterói não divulga quantos sensores estão espalhados pelas ruas da cidade. Cada equipamento pode captar ruídos em um raio de dez quilômetros. De acordo com Gilson Chagas, secretário de Ordem Pública de Niterói, nas áreas onde os sensores estão instalados, os equipamentos fazem uma triangulação e conseguem georreferenciar o local exato do disparo. O sistema também informa a quantidade de tiros e o horário em que foram efetuados. Importada dos Estados Unidos por nove milhões de reais, a tecnologia também consegue diferenciar disparos de ruídos que não representam perigo, como fogos de artifício e trovões.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/cidade-do-rio-usa-tecnologia-que-identifica-tiros-em-tempo-real
Vítimas participavam de uma confraternização na Vila Carmosina, zona leste, quando a estrutura de um terreno vizinho desabou; Polícia Civil investiga o caso
Ataques afetaram sistemas de refrigeração de redes na Bélgica, em Luxemburgo e na Suécia; incidentes semelhantes foram registrados na França no mês passado