O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, homologou nesta sexta-feira (6) a proposta de delação premiada do empresário João Carlos Mansur, ex-dono da Reag. A decisão está sob sigilo.
Mansur é investigado no caso Master. A suspeita é de que fundos administrados pela Reag tenham sido usados para operações que inflavam artificialmente o patrimônio do banco controlado por Daniel Vorcaro, inclusive com carteiras de crédito de difícil recuperação.
No STF, o processo tinha como relator original o ministro André Mendonça. No entanto, ele foi transferido para a presidência do Supremo, sob responsabilidade de Fachin, após uma crise institucional entre ministros da Corte.
A colaboração premiada é um instrumento jurídico pelo qual um investigado ou acusado fornece informações e provas às autoridades em troca de benefícios, que devem estar previstos no acordo e passam pela análise da Justiça.
Além das investigações sobre o Banco Master, a Reag foi alvo da PF na Operação Carbono Oculto. A empresa, que administrava fundos de investimentos, é suspeita de ter sido utilizada em um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado até R$ 1 bilhão para o Primeiro Comando da Capital (PCC), segundo as investigações.
Em janeiro deste ano, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da instituição.
Caso Master: Fachin homologa delação de ex-dono da ReagAcordo foi assinado com a PGR em setembro no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de crimes no Banco MasterBrasil2026-11-06T20:41:08.099ZO presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, homologou nesta sexta-feira (6) a proposta de delação premiada do empresário João Carlos Mansur, ex-dono da Reag. A decisão está sob sigilo. Em setembro, A delação foi firmada no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de crimes relacionados ao Banco Master. Segundo apurou o SBT News, a Polícia Federal não teria participado das negociações. Mansur é investigado no caso Master. A suspeita é de que fundos administrados pela Reag tenham sido usados para operações que inflavam artificialmente o patrimônio do banco controlado por Daniel Vorcaro, inclusive com carteiras de crédito de difícil recuperação. No STF, o processo tinha como relator original o ministro André Mendonça. No entanto, ele foi transferido para a presidência do Supremo, sob responsabilidade de Fachin, após uma crise institucional entre ministros da Corte. A colaboração premiada é um instrumento jurídico pelo qual um investigado ou acusado fornece informações e provas às autoridades em troca de benefícios, que devem estar previstos no acordo e passam pela análise da Justiça. Além das investigações sobre o Banco Master, a Reag foi alvo da PF na Operação Carbono Oculto. A empresa, que administrava fundos de investimentos, é suspeita de ter sido utilizada em um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado até R$ 1 bilhão para o Primeiro Comando da Capital (PCC), segundo as investigações. Em janeiro deste ano, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da instituição. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/caso-master-fachin-homologa-delacao-de-ex-dono-da-reag
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